Vitamina C dada em IV usada para a recuperação de um caso terminal de gripe suína | 09Dez2009 17:02:24

Publicado por: Bruno Fernandes

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Thomas Levy enviou-me um relatório de um caso em que foi utilizada vitamina C para curar completamente um caso de gripe A. Segundo ele e de acordo com os seus conhecimentos, a vitamina C em doses adequadas tem-se revelado infalível para curar uma síndrome viral aguda.

 

De acordo com as informações que recebeu de um colega da Nova Zelândia, John Appleton, o que aconteceu foi o seguinte:

 

Um agricultor de Waikato foi passar férias a Fiji e começou a apresentar sintomas gripais, mas decidiu ignorá-los. Regressou à Nova Zelândia muito doente com gripe A.

 

O Hospital de Tauranga não conseguiu tratá-lo (o que não se sabia na altura é que ele tinha leucemia – ele próprio não sabia). Enviaram-no para o Hospital de Auckland, mas continuou a piorar, apesar de lhe terem sido administrados antibióticos e Tamiflu.

 

O cunhado (que sabe algumas coisas sobre vitamina C) contactou o Dr. Thomas Levy nos EUA, que o encaminhou para John Appleton.

 

John Appleton forneceu imensas informações sobre a vitamina C e encaminhou a família para o CAM (Centre for Advanced Medicine), www.camltd.co.nz, em Auckland. A família insistiu para que fosse administrada ao doente alguma vitamina C por via endovenosa, mas o hospital recusou. Os médicos do CAM incentivaram o hospital a tentar a vitamina C.

 

O estado de saúde do doente deteriorou-se ainda mais e foi ligado a equipamento de suporte de vida. A família foi informada de que não havia mais nada a fazer e que o suporte de vida seria desligado. Os pulmões não estavam a funcionar. A família disse que NÃO – não autorizava até se tentar tudo o que fosse possível.

 

Insistiram muito junto do hospital para que lhe fosse administrada vitamina C por via endovenosa e o hospital acabou por concordar, embora com relutância, dizendo que se não houvesse melhoras até sexta-feira, desistiam.

 

Na quarta-feira, para espanto do hospital, o doente revelou sinais de melhoras.

 

Foram manifestadas preocupações quanto aos rins do doente e um especialista novo quis parar a administração de vitamina C – foi dito à família que o fígado do doente estava a deixar de funcionar "devido à vitamina C".

 

John Appleton deu-lhes informações que mostravam que o fígado tem mais probabilidades de ser afectado pelos antibióticos.

 

A recuperação do doente prosseguiu até ao ponto de poder ser transferido para Waikato (mais perto de casa). Continuava ligado a um ventilador e a ser alimentado por uma sonda nasogástrica. Os médicos neste hospital mostraram-se mais receptivos à vitamina C, mas não concordavam com a continuação do tratamento.

 

A família contratou um conhecido advogado que escreveu uma carta sobre os direitos do doente e contactou o hospital para recomendar que resolvesse a situação com a família.

 

Em resultado desta intervenção, o hospital continuou com a administração de CVI (vit. C por via intravenosa), embora numa dose muito mais reduzida. Um médico do CAM deslocou-se a Waikato para recomendar o tratamento e recomendar a CVI em doses mais elevadas. O doente continuou a recuperar – nesta altura já estava consciente.

 

O pessoal do hospital estava espantado – nunca tinha visto nada semelhante.

 

O doente foi informado pelo cunhado que a CIV lhe salvara a vida. A mulher do doente não perdera o marido e os filhos têm o pai com eles. Por esta altura, o doente estava perfeitamente consciente e a falar normalmente com a família, e a tomar vitamina C Lypospheric (6 gramas por dia).

 

Para os médicos que se interrogavam sobre as doses, o Dr. Levy comunicava directamente com o cunhado para se informar.

 

    * Na terça-feira a seguir ao "prazo" estabelecido inicialmente, foram administradas 25 gramas por via intravenosa.

    * Na quarta-feira, foram novamente repetidas perfusões de 25 gramas, por duas vezes.

    * Na quinta-feira, o doente recebeu 75 gramas.

    * A partir de sexta-feira, recebeu 100 gramas por via intravenosa e manteve-se nesta dose diariamente durante mais 4 a 6 dias.

 

Em seguida, o novo médico suspendeu completamente a vitamina C.

 

Uma semana mais tarde, a CVI foi reiniciada com apenas um grama duas vezes por dia.

 

O Dr. Levy incentiva toda a gente a reenviar a história deste caso para todos aqueles que dela possam beneficiar, incluindo amigos e contactos no governo.

 

É evidente que uma dose diária razoável de vitamina C podia ter resultados ainda melhores na prevenção da H1N1 e sem inconvenientes, comparando com a vacinação em massa que está prestes a começar.

 

Notícia original: 24 Set 2009, Dr. Mercola

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