Duros avisos dos médicos sobre o risco do Wi-Fi nas escolas | 23Abr2014 15:03:53


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== Wi-Fi nas Escolas – Cidadãos a Favor de Tecnologia Segura

Por todo o país estes pais, professores e especialistas estão a dizer a mesma coisa.

Há crianças a ficar doentes. E eu penso que não vale a pena o risco.
Custa-me muito mandá-la para a escola, dado o ambiente que ela aí encontra.
Wi-Fi é tóxico. É uma forma diferente de toxicidade, mas não deixa de ser tóxico para os nossos corpos.

Frequentemente queixava-se de palpitações do coração ou dores no peito.
Começava a ter dores de cabeça, a vista nublada, e sentia-me simplesmente esquisito.

Expor assim as minhas crianças, sabendo o que se passa, é muito assustador para mim.

Para mim como mãe, penso que é incrivelmente frustrante e assustador e triste, que ninguém esteja sequer disposto a ouvir as preocupações dos pais.
A preocupação deles: Que a radiação da rede sem fios nos computadores e neste pequeno dispositivo montado nos corredores e salas de aula das escolas, possa fazer com que os estudantes fiquem doentes.

William Stewart tem um currículo tal que só um político ousado o poderia ignorar. Conselheiro científico principal de Margaret Thatcher, foi depois chamado pelo governo de Tony Blair, em 2000, para examinar os telefones móveis, as torres e o seu impacto na nossa saúde.

Depois de ver os factos durante um ano, não conseguiu colocar de lado a possibilidade de talvez haver efeitos biológicos.

Isso significa que basicamente talvez existam mudanças, por exemplo na função cognitiva. Em segundo lugar houve algumas indicações que talvez existam induções cancerígenas.
Em 3º lugar apareceram algumas mudanças moleculares biológicas ao nível da célula. E estes eram problemas que tínhamos de ter em conta nas conclusões mais alargadas.

O relatório deu lugar a uma série de recomendações. No centro disto tudo a questão que tem trazido preocupação a muitos; Deverão as nossas crianças estar expostas às torres dos telefones móveis?

Sir William ficou preocupado o suficiente para recomendar o que chamou de uma abordagem de precaução.

Fizemos essa recomendação porque sentimos que, em relação às crianças, as torres não teriam necessariamente de causar impacto directo nas áreas onde as crianças estivessem expostas.

A radiação principal de uma torre de telefones móveis não deverá atingir áreas onde existam crianças

tais como pátios de recreio e coisas assim.

O governo sabe que Sir William tem preocupações acerca da colocação de torres perto das escolas. Então porque razão estamos agora a colocá-las dentro das salas de aula, na forma de mini-torres Wi-Fi?

Elas emitem o mesmo tipo de radiações. Então qual será o seu potencial impacto na sala de aula?

== Sir William Stewart explicando a diferença entre os telefones móveis e o Wi-Fi
Mas com um telefone móvel é uma questão de escolha pessoal. Você pode decidir se quer usar telefone móvel ou não.
== Sir WILLIAM STEWART – Presidente da  Agência Para a Proteção da Saúde

E se você não quer ser irradiado você não liga o seu telefone móvel. Você tem o controle da situação. Essa é a grande diferença.

Aqui estamos nós, na sala de aula do 5º e 6º ano e o contador marca 500. Estamos a aproximar-nos do roteador onde a leitura vai ser a mais alta.
== Estas medições são em milivolts por metro
E à medida que o número ultrapassa 999, vai mostrar um novo dígito, 6 ponto algo, isso significa 6.000 ao pé do roteador.

No meio da sala é cerca de 700 ou 800, e à medida que nos aproximamos dos portáteis, eles mesmos têm um transmissor sem fios incorporado para poder comunicar com o roteador no outro lado da sala, por isso o sinal começa a ser mais forte junto ao transmissor que se situa por detrás do monitor.

== Pico de 4.600 milivolts por metro
Aqui você pode ver, junto à frente do portátil onde estaria o seu regaço ou onde o estudante se sentaria, os valores são na ordem dos milhares, de 2.000 a 3.000.
== Resultados do Teste na Sala de Aula – Centro da Sala: 800mV/m – Junto aos Portáteis: ~ 1 V/m ou 1000 mV/m – Em frente ao portátil: 2,857V/m ou 2.857mV/m – (Todas as crianças na escola são expostas a estes níveis de radiação)

Para dar uma ideia da magnitude dos números, fui e testei os valores junto a uma torre de telemóveis na área.

E as medições apresentam resultados muito semelhantes ao que se passa na sala de aula. Mas nada que se compare ao que as crianças estariam expostas quando à frente dos seus portáteis com Wi-Fi.

== Comparação da Radiação de Micro-ondas – Torre: 800-900 mV/m – Sala de Aula: 800-900 mV/m – Portátil: 2.857 mV/m

Estes portáteis e a rede sem fios Wi-Fi produzem 3 vezes mais radiação de micro-ondas do que uma torre de telemóveis. A maioria de nós nunca imaginaria que este fosse o caso.

Porque não faz sentido. Nunca nos foi explicado antes, e nunca o saberíamos se não fosse o aparelho de medição.

Você como pai consideraria, um segundo sequer, uma torre de telemóveis plantada no recreio da escola? E uma dentro da sala de aula?

Bem, sem mesmo o saber, você consente em colocar uma no colo da sua criança.
O que é que isto significa em termos de problema de saúde? Sendo esta uma tecnologia tão recente acho que ainda nem sequer sabemos.
Esta é a primeira geração de humanos que jamais experimentou a radiação de micro-ondas direta e constante.

Hoje as escolas em todo o país apressam-se a instalá-la. Mas estes estudantes dizem que a conveniência não vale o risco.
- Tinha o coração acelerado.
- Dores de cabeça.
- Agoniado.
- É realmente uma sensação estranha.
- Fraco, e todo a tremer.
E quando não estão na escola... E acontece nos fins de semana?
- Não.

Os sintomas não têm lógica ou razão. Eles vão de dores de cabeça, a náusea, palpitações cardíacas, até mesmo irritações na pele.

>>  Dr. Stephen Sinatra, antigo chefe de cardiologia no Manchester Memorial Hospital, Connecticut, EUA

Básicamente o que estas crianças têm é uma taquicardia não diagnosticada. O síndrome Wolf Parkinson White não é incomum, existe em 1 de cada 700 crianças.

Então, se tiverem 50.000 crianças no distrito escolar, quer dizer, façam as contas. Vão ter algumas crianças com isso.

Esta é uma situação congénita em que a criança tem o que se pode chamar um circuito eléctrico extra no coração. E estes corações podem sair do rítmo,
e pode ser despoletado por situações que podem perturbar a variabilidade do rítmo cardíaco seja afectado, e, como cardiologista, sabendo o que sei hoje é fácil para mim tirar conclusões,
que uma criança com Wolf Parkinson White não diagnosticado, exposta ao Wi-Fi, possa ser afectada com arritmia.

Magda Havas
Bem, 16:9 quis testar o poder do Wi-Fi, e então fomos visitar a cientista ambiental Magda Havas, da Universidade de Trent, para fazer outro teste.
Martin, o voluntário da professora Havas, que se auto-proclama electro-sensitivo, está ligado a um monitor cardíaco. E Havas prepara um computador com WiFi.

O que vamos fazer é expor o Martin às radiações de micro-ondas do Wi-Fi,
a mesma coisa que temos nas escolas por exemplo e vamos apenas monitorizar o seu coração para ver se ele reage à radiação.

Ele não vai saber quando as coisas estão ligadas ou não e, nesse sentido, vai ser um estudo cego.

Com o Wi-Fi ligado, as batidas do coração do Martin aceleram passados apenas alguns momentos.

Agora posso sentir que algo está a passar pelo meu peito. Também sinto nas minhas pernas.
- Quanto mais perto está o roteador, maior é a sua reacção.

Alguns segundos atrás era como se o meu peito estivesse a saltar, aqui mesmo no meio.

Depois, segundos após a internet sem fios ser desligada, sem mais nem menos, o rítmo cardíaco abranda.
- Martin, como se está a sentir agora?
- Muito bem, acho que não está nada ligado.

Mas ouçam isto; os níveis a que o Martin esteve exposto, bem, são níveis aceitáveis segundo o código 6 de segurança.

Então, se são seguros, porque razão o seu coração estava acelerado? Magda Havas tem uma teoria;

Então, quer dizer que uma percentagem da população reage a esta radiação de micro-ondas, a níveis muito abaixo do código 6 de segurança.

Mas eu não estou doente por causa do Wi-Fi e uso-o  o tempo todo.
Bem, nem todos têm a mesma sensibilidade, assim como temos crianças que têm alergia aos amendoins, temos pessoas que são alérgicas ao polén, elas reagem ao polén, e o mesmo se passa com a sensibilidade à electricidade, apenas uma percentagem da população reage.

E mesmo assim, o Sistema de Saúde do Canadá insiste que fez o seu trabalho de casa, que estudou toda a ciência, e que esse nível de radiação não vai fazer mal a ninguém.

Os nossos limites de segurança estão fixados. Usamos uma abordagem baseada no peso da evidência. Existem milhares de artigos, milhares de artigos científicos revistos por pares sobre o assunto.

16:9 quis analizar esses factos, então pedimos ao Sistema de Saúde do Canadá que nos fornecesse a sua ciência. Eles mandaram-nos isto, uma lista de 16 estudos entitulados “Específicos sobre o Wi-Fi.”

Então nós fizemos o nosso trabalho de casa, analizamos os estudos um por um e nenhum se debruça sobre se o Wi-Fi nas escolas poderá ser um risco para a saúde dos estudantes.

Enquanto outros países na Europa possam não estar a banir o Wi-Fi, no entanto estão a tomar uma posição. Em 2007 a Alemanha recomendou que as crianças limitassem o seu uso do Wi-Fi, devido à incerteza quanto aos seus efeitos a longo prazo.

E na Grã-Bretanha um punhado de escolas públicas decidiram removê-lo por iniciativa própria.

Mas de volta ao Canadá não existe nenhuma abordagem precautória. O Wi-Fi está a aumentar e não a diminuir, deixando estudantes como o McKensie Honning sem boas opções; ir à escola e sentir-se doente,

É muito estranho. Sentia como se o meu coração estivesse a saltar batidas.
ou não ir à escola de todo.

Apercebi-me que cada vez que vinha da escola ao fim de semana, começava a sentir-me melhor e quando chegava a Domingo sentia-me normal, sabe, sem dores de cabeça ou essas coisas.

Estão preocupados que a radiação dos computadores com Wi-Fi e esta engenhoca montada nos corredores e nas salas de aula das escolas possam fazer os estudantes ficar doentes.

É Wi-Fi. O Sistema de Saúde do Canadá diz que a radiação emitida não coloca risco.

Dr. David Carpenter
Isso simplesmente não é verdade. Simplesmente não é verdade.

>> Dr. David Carpenter – Director do Instituto para a Saúde e o Ambiente, Universidade de Albany, Nova Iorque

O Dr. David Carpenter é um especialista em toxinas ambientais de renome mundial em Albany, Nova Iorque. E ele diz que o Governo canadiano está simplesmente enganado.
O que nós fazemos é analisar o peso da evidência.
Mas isso é o que eles dizem que fizeram.
Não fizeram! O peso da evidência demonstra claramente que a exposição à radiação de rádio-frequência causa problemas de saúde. A evidência mais forte é em relação ao cancro.

Cancro causado por emissões de Wi-Fi? Certamente que isto não bate certo com a insistência do Sistema de Saúde do Canadá de que o Wi-Fi é seguro! [10:04]
Então o que está a dizer é que a ciência deles é defeituosa, ou a análise que fazem da ciência é defeituosa.

A ciência deles é defeituosa e certamente as suas análises são defeituosas.
Você pode ler seletivamente a literatura especializada. Mas há 30 ou 40 anos que existem provas de que a radiação por micro-ondas e rádio-frequência causa efeitos perniciosos.

Porquê decidir ignorar isso? Como é que isso pode ser benéfico para eles?
Quando você admite que tem um problema, e você é uma agência governamental, você tem que fazer alguma coisa sobre o assunto.

O especialista em saúde ambiental, o Dr. Carpenter, diz que já é tempo de pararmos de ignorar os riscos.

Quando se olha para as directivas estabelecidas pelo Sistema de Saúde do Canadá, poder-se-á dizer que fizeram tudo para proteger os Canadianos?
Certamente que não. Estas directivas são baseadas num falácia.

Falácia que, segundo o Dr. Carpenter, está a colocar as crianças em risco.
Os pais estão no seu direito de exigir que o Wi-Fi não seja colocado nas escolas. Não porque tenhamos provas, nesta fase, de que está a prejudicar as crianças.

Mas porque não temos absolutamente nehuma prova de que é seguro, contráriamente ao que qualquer agência governamental diga.

E o facto de não prestar atenção aos avisos de especialistas como o Dr. Carpenter está a fazer com que estudantes como o Jeremias se sintam indefesos.
Estou realmente nervoso. Já não gosto mais da escola.

Dr. Steven Sinatra
O Wi-Fi e o coração, básicamente, quero dizer, claramente é necessário que mais investigação seja considerada.

Claramente existem crianças e adultos, por aí com problemas cardíacos não diagnosticados.

Quero dizer, mesmo como cardiologista para adultos, conheço casos de pessoas com 40 e 50 anos que têm um buraco no coração.

Não foram diagnosticados até terem uma insuficiência cardíaca.

Em 2008 saiu um artigo no Jornal de Epidemiologia, um estudo feito a 13.000 crianças, e mais de 10.000 delas tinham dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento, ADD-ADHD e as culpadas eram as tecnologias sem fios.

Então, se olharmos para algumas destas tecnologias sem fios e,
Olle Johansson diz que os telefones móveis e outros aparelhos sem fios são um perigo real e e o professor Stanford diz que isto é a maior experiência científica biológica jamais feita.

Posso dizer-vos, como cardiologista, que concordo plenamente com isso, revejo-me nisso, porque tenho visto os estragos que estas coisas podem fazer.
E o problema é, e a Magna disse isso na sua lista, o problema é que não se pode ver, não se pode sentir, não se pode sentir o gosto!

É como ter uma quantidade enorme de radão, aqui mesmo, pertinho do seu corpo.

O problema aqui é que com crianças e adultos, que têm estes problemas não diagnosticados, trazê-los para um ambiente que pode prejudicar o coração, poderá algo acontecer?

Então temos que colocar esta questão; Pode o Wi-Fi ou outra forma de frequência de rádio tóxica criar condições de arrítmia em individuos vulneráveis que sejam uma ameaça à sua vida?

Essa á a questão que temos de perguntar.

Agora! Estamos dispostos a esperar por décadas de investigação como fizemos com a indústria do tabaco?

Quero dizer, a indústria do tabaco combateu isso durante anos, e o júri pronunciou-se finalmente: bom, ok, o tabaco causa cancer no pulmão.
Vocês sabem, o radão, todos têm medo disso. O radão é um assunto realmente importante no Nordeste dos Estados Unidos, em Connecticut onde moro, assim como no Canadá, muitas das casas são construídas em cima de granito e toda a gente testa as suas casas por causa do Radão.

E sabemos que o Radão sai do solo até chegar ao seu corpo. É uma causa importante do cancro do pulmão.

Apesar do facto de muitos pacientes com cancro no pulmão, que estiveram expostos ao radão, não fumarem.

Então, foram precisos anos de investigação para mostrar isso. Mas quando um agente imobiliário vem a sua casa e diz: quer que a sua casa seja testada para ver se há radão? Claro que você diz que, sim quero que seja testada.

O radão é como frequência electromagnética e rádio-frequência. Não se sente, não tem gosto, não se vê, não tem cheiro mas, é um assassino silencioso tal como as rádio-frequências também o são.

Então não queremos esperar por décadas de investigação.
Então o que fazemos agora? E a minha sugestão aqui é realmente a de usar o princípio da precaução.

Segundo o princípio da precaução a ameaça de problemas prováveis sérios e irreversíveis nas crianças, devido à exposição a um estímulo ambiental em particular, justifica um procedimento da parte dos poderes públicos, de forma a reduzir tal exposição.

Mesmo que a incerteza científica ou ignorância impossibilitem a descoberta de um perigo real.

Esperar por tais evidências pode ser mais prejudicial à saúde pública a longo prazo.

E eu apoio este princípio. Este é o princípio que acho que vocês deveriam usar em Toronto.

Este é o princípio que os vossos legisladores precisam de seguir.
O Sistema de Saúde do Canadá estipula o limite em 10 milhões de microwats por metro quadrado.

Isto talvez não queira dizer muito à maioria de nós mas em 2008 o Conselho de Saúde de Toronto disse ser demasiado alto e pediu ao Ministro da Saúde do Canadá, nesta carta, regulamentação muito mais estrita.

Cem vezes mais estrita.

O Sistema de Saúde do Canadá nunca mudou nada.

Mesmo assim, não importa o que digam as directivas, estes pais dizem que eles veem por si próprios e que o Wi-Fi está a fazer mal às suas crianças.
Então, ela teve que se segurar aos amigos para não cair no chão.
Ela tinha dores de cabeça, e não estamos a falar de simples dores de cabeça. Eram dores de cabeça fortes, em que me ligavam para a ir buscar.

Dra. Jennifer Armstrong
De acordo com esta médica, existem boas razões para crer que estas crianças estão a falar verdade e não apenas a inventar uma desculpa para não ir à escola.
Não tenho qualquer dúvida que existem.

A Dr.ª Jennifer Armstrong é especialista em medicina ambiental.
A coisa com as crianças é que elas são mais vulneráveis.
Porquê?

As crianças são mais vulneráveis, os seus crâneos são mais finos,
os seus corpos não são tão fortes como os nossos, em geral, estão em desenvolvimento, os seus cérebros estão em desenvolvimento,
então expõem-se as crianças à radiação e os seus pequenos corpos não conseguem reagir tão bem.

E o cardiologista Dr. Steven Sinatra concorda.

Como pai, se tivesse uma criança pequena, estaria disposto a usá-la para experimentar se vai demorar 30 anos, ou 20 anos, ou 10 anos até que fique doente? Não! Eu não!

Mas, e a coisa é esta, temos que sacrificar a educação acelerada e conveniência e,
basicamente, temos que olhar pela segurança das nossas crianças. Temos de o fazer enquanto sociedade.

Havas diz que, se o Sistema de Saúde do Canadá não está a controlar o Wi-Fi, os pais vão ter de o fazer.

Então, está a sugerir que os pais devem dizer às suas crianças, de 13 anos, 14 anos, que talvez estejam demasiado ligados ao seu portátil ou iPad; você tem que parar de usar isso?

Talvez não seja bem aceite mas, você sabe, quando uma criança quer fumar e você é um progenitor responsável, você vai deixar que a sua criança de 13 anos fume?

Na minha mente não existe qualquer diferença entre os dois. Acho até que talvez as radiações micro-ondas se revelarão ser muito mais prejudiciais que fumar,
simplesmente pela quantidade de exposição que estamos a presenciar no nosso ambiente diário.

Você não vai querer esperar até poder contar os corpos, antes de dizer ao público que existe um potencial sério de dano.

E no que respeita ao problema do Wi-Fi nas escolas, este é exactamente o ponto em que estamos.







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Comentários

Por: snaarf | 07Set2016 11:54:35

como poderemos nos proteger?

Por: samuel dos santos | 10Mai2016 23:34:30

Eu sou a favor do progresso e das novas tecnologias para desenvolver as Indústrias e a economia dos Países e poder criar mais riqueza. Mas, segundo o que eu tenho lido em alguns artigos, poderá chegar ao ano 3.000 só com metade da população devido às novas tecnologias!

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