WiFi nas escolas – os factos | 08Mai2014 17:17:40

 



Em todo o mundo, um número crescente de governos e autoridades à volta do mundo têm banido ou emitido avisos contra o uso de WiFi nas escolas. Muitos especialistas, cientistas e médicos estão a avisar o público para que tenha uma abordagem de precaução. Porquê?

Examinemos os factos. O WiFi é uma tecnologia sem fios que permite aos computadores, tablets e telefones inteligentes trocar dados através de uma rede sem fios. Estes dados são transferidos usando radiação electromagnética de microondas. Não se pode ver, saborear ou cheirar. No entanto, estamos cada vez mais a utilizar esta tecnologia a cada dia. O WiFi usa microondas da mesma frequência dos telefones sem fios e os fornos microondas, mas com menos energia.

Esta é a porção de radiação não-ionizante do espectro electromagnético.
As microondas são uma secção mais pequena dentro da faixa das frequências de rádio. O Espectro Electromagnético vai desde rádio, telemóveis, WiFi e microondas, radar, luz natural até aos raios ultra-violeta e depois as formas de radiação ionizantes tais como os raios-x e finalmente os elementos radioativos.

O WiFi tem um alcance padrão de 30 metros em recinto fechado. No entanto, as paredes, os materiais de construção, armários, etc., podem reduzir o alcance efectivo. Num ambiente escolar o ponto de acesso liga os portáteis e os tablets à rede informática da escola que por sua vez está normalmente ligada à internet.
O ponto de acesso WiFi está sempre ligado e transmite continuamente o seu sinal único para que novos aparelhos o possam reconhecer. Na nossa configuração WiFi um email demora cerca de 0,025 do segundo a ser transmitido sem fios desde o computador ao ponto de acesso.

Um típico vídeo de 3 minutos é cerca de 550 vezes maior que um email.
Então, usando o WiFi, demora cerca de 12 segundos a baixar este vídeo de 3 minutos. Agora vamos ver o que se passa na sala de aula inteira.
Aqui está uma classe de vinte estudantes todos com dispositivos sem fios.
Se os vinte estudantes na classe baixassem um vídeo de 3 minutos todos ao mesmo tempo demoraria quatro minutos. Quatro minutos com o ponto de acesso em funcionamento máximo constante, ou o equivalente a enviar 10.000 emails.
Ter em atenção que isto é apenas uma classe a baixar um vídeo de 3 minutos.
E o resto das salas de aula no edifício escolar?

Nas escolas australianas a projecção para o futuro é fazer com que todos os estudantes tenham portáteis ou tablets, e ter mais recursos via internet através do currículo nacional. Ou seja, vídeos, lições práticas, livros e testes online.
Você pode imaginar que no começo de cada aula a escola inteira estará a aceder à rede via Wifi para baixar os materiais a serem usadas nessa aula.
Durante essas alturas a densidade de potência do WiFi estará ao máximo através de toda a escola.

Há estudos científicos interessantes que têm sido realizados especificamente para investigar o WiFi nas escolas e os seus efeitos na saúde. No entanto, existe uma quantidade crescente de pesquisas científicas sobre outras tecnologias sem fio relacionadas, tais como os telefones móveis, as torres dos telemóveis, telefones sem fio, que sugere haverem possíveis riscos para a saúde devido ao uso desta tecnologias.

Os humanos são seres electromagnéticos. O coração humano, o cérebro e o sistema nervoso funcionam através de impulsos eléctricos e isto pode ser observado usando EEG (Electro-encefalograma) e ECG (electro-cardiograma).

O facto de os médicos usarem electroterapia para fins curativos prova que as frequências  interagem e têm efeitos sobre o corpo. Apesar de algumas bandas de frequências serem benéficas à cura, outras frequências não-ionizantes têm efeitos biológicos potencialmente prejudiciais. Um número crescente de cientistas acreditam que as fontes artificiais de radiação eletromagnética estão a interferir com os sinais bioelétricos naturais do corpo. Algumas pessoas podem ser afectadas pela exposição à radiação de microondas do WiFi e outros podem desenvolver sensibilidade à radiação electromagnética.

Os sintomas relatados incluem dores de cabeça, tonturas, ansiedade, insónia, perda de concentração, perda de memória, pressão nos olhos, deterioração da visão, sensibilidade à luz, hemorragias nasais, sentido do olfacto prejudicado, zumbido nos ouvidos, perda de audição, fadiga, fraqueza, dormência, formigueiro, palpitações cardíacas e arritmia, falta de ar, pressão alta, problemas de pele, problemas digestivos e náuseas, dores musculares e nas articulações.

A investigação indica também um aumento da probabilidade de efeitos mais graves a longo prazo, incluindo a infertilidade, cancro e deterioração do ADN.

A radiação penetra mais profundamente o corpo de uma criança do que o de um adulto. Isso torna as crianças mais vulneráveis à radiação de microondas devido aos seus crânios serem mais finos, ossos mais macios, o sistema imunológico subdesenvolvido e as células em desenvolvimento.
Eles também terão uma vida mais longa de exposição aos REM do que os adultos de hoje.

A Agência Australiana de Protecção à Radiação e Segurança Nuclear, ARPANSA,
é a Agência do Governo Australiano, que estabelece os limites padrão para a exposição à radiação, conforme estabelecido pela Comissão Internacional de Protecção Contra as Radiações não-ionizantes, ICNIRP .

Padrões de frequência de rádio foram desenvolvidos nos anos cinquenta para sistemas de radar de alta potência. Os padrões na Austrália mantiveram-se praticamente inalterados desde essa época. Estes limites de segurança baseiam-se na lesão térmica de curto prazo. Isto significa que as normas de segurança são baseadas apenas no aquecimento ou queimaduras na pele durante um curto período de tempo, tal como com um forno microondas.

Os limites de segurança atuais não levam em conta quaisquer efeitos não térmicos a longo prazo. Isto significa que, além do aquecimento, quaisquer mudanças biológicas no corpo não são levados em conta.

Os estudos financiados pela Indústria de Telecomunicações raramente mostram quaisquer efeitos biológicos. Em contraste com isto, no entanto, a grande maioria da pesquisa financiada independentemente aponta para efeitos biológicos a longo prazo, tais como: Neurológicos, endócrinos, imunológicos, cardíacos, reprodutivos e outros efeitos biológicos, incluindo cancro.

Tudo o que podemos dizer sobre os atuais padrões de segurança da Austrália é que não nos vamos queimar se usarmos WiFi. Um número crescente de cientistas e organizações de todo o mundo estão a pedir que estas normas de segurança ultrapassadas sejam alteradas.

O Conselho da Europa afirma que os limites de exposição a campos electromagnéticos que foram definidas para o público em geral estão obsoletos.
Eles têm apelado para limites de exposição mais rigorosos para todo o equipamento que emite ondas electromagnéticas.

Eles acreditam que os atuais padrões permitidos não protegem o público contra os efeitos biológicos nocivos que podem não ser descobertos senão depois de anos de exposição. Uma vez que algumas pessoas estão a ter efeitos sobre a saúde a níveis muito abaixo dos limites de exposição em vigor, especialistas querem que os governos informem o público sobre os possíveis riscos, para que o público possa usar esta tecnologia de forma mais segura.

Uma vez que as tecnologias sem fio não testadas estão a avançar nas nossas casas, escolas, trabalho e espaços públicos, mais rápido do que os especialistas podem avaliar os riscos das REM para a saúde, cientistas e médicos apelam a medidas precautórias imediatas para evitar substanciais danos à saúde pública.

Países como a Suíça, Itália, França, Áustria, Luxemburgo, Bulgária, Polónia, Hungria, Israel, Rússia e China

>> Padrões EMR 100 – 10.000 vezes menores do que a Austrália - Austrália 200 μW/cm2 – Suíça 4 μW/cm2 – Salzburgo 0,0001 μW/cm2

estabeleceram limites de exposição de 100 a 10.000 vezes menores do que a Austrália. Isso é porque reconhecem que pode haver efeitos biológicos causados pela radiação electromagnética. [08:13]

1) O Conselho da Europa apelou à proibição do uso do WiFi nas escolas e recomenda redes de internet com fio nas escolas.

2) Várias escolas na Inglaterra e na França desmantelaram os seus sistemas WiFi, e reverteram para sistemas com fio, devido a preocupações levantadas por pais e professores.

3) A Biblioteca Nacional Francesa, juntamente com outras bibliotecas em algumas universidades, removeram todas as redes sem fio.

4) A rede sem fios foi também removida de todas as escolas na cidade de Hérouville-Saint-Clair.

5) O Parlamento da Bavária recomenda que nenhuma escola na província use rede sem fio.

6) O Governo da Cidade de Frankfurt disse que não iria instalar rede sem fios nas suas escolas até que seja provado ser inofensivo.

7) O Governo Alemão recomenda a não instalação de redes sem fio nas escolas, a retirada dos telefones sem fio e o uso de ligações por cabo, em vez de WiFi e Bluetooth.

8) O Departamento de Saúde Pública de Salzburgo aconselhou as escolas a não usar WiFi (redes sem fio).

9) Na Rússia e na Polónia os limites de segurança são muito mais baixos para incluir efeitos não térmicos.

10) Em 2008, o Comité de Protecção de Radiação Russo avisou sobre as consequências graves e irreparáveis da radiação electromagnética, especialmente nas crianças. Avisaram com mais veemência novamente em 2011 e foi recomendado que o WiFi não fosse utilizado nas escolas.

11) Na Áustria, a Associação Médica Austríaca tem pressionado para uma proibição do WiFi nas escolas.

12) O Governo Suíço sugeriu cautela em relação à radiação emitida por monitores sem fio para bebés, telemóveis, portáteis e tablets, etc.

13) O Ministro da Saúde de Israel apoia um plano para proibir o WiFi nas escolas.

14) Em Maio de 2011 a Organização Mundial de Saúde classificou a radiação electromagnética de frequência de rádio como possível carcinógena para os humanos. Esta é a mesma categoria do DDT, químicos para limpeza a seco, chumbo, pesticidas e o fumo dos escapes. [10:13]

Se bem que já houve alertas anteriores acerca dos riscos para a saúde devido às  REM, e chamadas de atenção para regras mais estritas para proteger a saúde pública, estes avisos recentes da OMS sobre possível risco carcinogénico, devido às REM, sublinha a necessidade de uma abordagem precautória urgente.

1994 Relatório de CSIRO EMR – 2002 Recurso de Freiburg EMR – 2006 Resolução de Benevento EMR – 2007 Relatório da Bio Iniciativa EMR - 2008 Resolução de Veneza EMR - 2009 Resolução do Parlamento Europeu EMR - 2010 Relatório de Seletun EMR - 2011 Resolução Russa da RNCNIRP EMR

ABORDAGEM DE PRECAUÇÃO
O que é uma abordagem de precaução?
Quando uma medida ou uma política contêm risco de danos à saúde humana, mesmo que haja alguma incerteza científica sobre a causa e efeito, devem ser tomadas medidas de precaução.  

Precisamos tomar medidas responsáveis para reduzir a exposição às REM até que a pesquisa demonstre resultados conclusivos. Algumas autoridades na Europa e em outros lugares tiraram conclusões sobre os riscos do WiFi para a saúde das crianças, baseados nestes relatórios e estudos relacionados, que examinaram os efeitos na saúde a longo prazo das emissões do telemóveis e das torres.

A Austrália, no entanto, não tem quaisquer restrições ao uso de WiFi nas escolas, e com políticas tais como a Iniciativa da Revolução Digital na Educação, os tablets e portáteis estão a ser vigorosamente introduzidos nas escolas. O Governo Federal diz que; “a escolha sobre a instalação de redes sem fio é feita pelas autoridades educativas.” No entanto, as autoridades educativas não estão qualificadas para tomar decisões sobre a saúde pública. Elas apenas dizem que estão dentro dos padrões de segurança atuais, definidos por ARPANSA.

No presente ninguém no Governo admite o potencial de riscos biológicos a longo prazo do WiFi nas escolas. Se os padrões são apenas para as queimaduras nos tecidos, quem será responsável por todos os outros efeitos biológicos?

Certamente o Ministério da Saúde deveria ser responsável pela avaliação dos riscos das REM a longo prazo e proteger a saúde das crianças? Os dispositivos sem fio são instaladas sem qualquer verificação das emissões de radiação, em cada específico local onde são instalados.
Professores e funcionários não têm conhecimento nem treino sobre como monitorizar os efeitos das REM nas crianças. Por isso são incapazes de reconhecer os sintomas da exposição às REM.

>> Nenhuma verificação da EMR – Nenhuma formação de professores – Nenhuma monitorização das crianças – Nenhuma avaliação a longo prazo

A avaliação dos possíveis efeitos a longo prazo na saúde dos estudantes não está a ser feita pelas Autoridades da Educação, o Governo ou as agências locais.

ARPANSA, que estabelece os padrões, diz; investigação relacionada com crianças é limitada e a possibilidade de dano não pode ser completamente descartada.
Dado que não existem provas de que o WiFi seja seguro nos seus efeitos biológicos a longo prazo, e não existem estudos específicos sobre o risco para as crianças, porque é que essas tecnologias sem fio de REM estão a ser implantadas nas escolas?

>> Saúde a longo prazo - HOJE - SAÚDE PÚBLICA - ECONOMIA - IMPOSTO - POLÍTICA EXTERNA
- $18 BILHÕES POR ANO
- PROVA CONCLUSIVA - 15-20 ANOS

Quando se trata de riscos para a saúde a longo prazo os governos nem sempre atuam rapidamente ou assumem uma abordagem de precaução. Isto foi o que se passou com o tabaco e o amianto. Além da Saúde Pública, os Governos têm muitas responsabilidades, incluindo a economia, a fiscalidade e a política externa. Estas podem entrar em conflito com o papel de protecção à saúde do Governo. Na Austrália, as Telecomunicações são uma indústria de 18 mil milhões de dólares por ano. Este é um enorme sucesso económico com valiosas receitas fiscais para o Governo.

Para proteger esses interesses, o Governo e indústria querem provas conclusivas dos efeitos biológicos. Isto pode levar mais 15 a 20 anos, altura em que o dano pode ser extenso e irreversível para as crianças. Funcionários da Indústria das Telecomunicações são muitas vezes os especialistas chamados a dar conselhos sobre os limites de segurança. Certamente há um conflito de interesse em ter representantes da indústria incumbidos desta responsabilidade.

Na Austrália, a ARPANSA segue os limites de exposição da ICNIRP. No entanto, o Parlamento Europeu levanta dúvidas sobre a origem e estrutura pouco claras da ICNIRP, e suspeita que a ICNIRP tenha ligações bastante próximas com as indústrias. Eles também dizem que a indústria beneficia de recomendações para valores de limiar máximos dos campos electromagnéticos.

Poderá ser este o motivo pelo qual são mantidas normas de segurança obsoletas e os efeitos biológicos são ignorados, apesar da crescente evidência científica independente?

Cientistas de ambos os lados concordam que é necessária mais investigação.
No entanto a pesquisa independente, que mostra efeitos biológicos, sofre com falta de financiamento. Alguns cientistas que realizaram pesquisas e encontraram evidências de efeitos biológicos foram desacreditados, discriminados, o seu financiamento cancelado e as suas pesquisas impedidas de serem publicadas. Não deveriam ser estes os cientistas a ser apoiados e financiados a fim de esclarecer com as suas pesquisas esta área incerta?
Não será crucial apoiar a investigação genuína independente, que possa fornecer evidência objectiva para proteger a saúde pública, em vez dos lucros da indústria?

Não podemos usar as normas de segurança obsoletas desenvolvidas para radar para evitar lesões por aquecimento imediato e esperar que não haja efeitos a longo prazo para as crianças quando usado na sala de aula. [15:11] Precisamos urgentemente de pesquisa objectiva e credível sobre os efeitos biológicos a longo prazo, causados nas crianças pelas redes sem fios.

Não podemos dar-nos ao luxo de colocar a conveniência da tecnologia sem fios e menores custos de curto prazo, antes da saúde das crianças. Autoridades como o Parlamento Europeu e a Agência Europeia do Ambiente acreditam que já há provas científicas suficientes para que os Governos assumam uma abordagem de precaução imediata, em especial para proteger as crianças, que são as mais vulneráveis.

Elas afirmam que; "esperar por provas científicas e clínicas conclusivas pode levar a custos muito elevados para a saúde e economia, como aconteceu no passado com o amianto, a gasolina com chumbo e o tabaco." Todavia ignorar o aviso dado poderá ser muito pior, já que as REM afectam a todos. Populações inteiras estão agora expostas a quantidades variáveis de campos electromagnéticos. Estes níveis continuarão a aumentar à medida que a tecnologia avança. Nos últimos 15 anos tem havido um aumento acentuado de doenças entre os jovens.

Alergias, asma, autismo, dificuldade na aprendizagem, distúrbio comportamental, DDAH (Desordem por Défice de Atenção com Hiperactividade), problemas de concentração, derrames e tumores cerebrais têm vindo a aumentar a cada ano. Alguns relatórios científicos têm comparado esses picos na doença com a pesquisa publicada sobre os efeitos da radiação de baixo nível na saúde humana. Eles mostram como o aumento da doença coincide com o aumento do uso de tecnologias de comunicação sem fio ao longo dos últimos 15 anos.

Actualmente na Austrália, apesar dos avisos dados, as novas tecnologias sem fio estão cada vez mais a ser introduzidas no nosso dia a dia. Os telemóveis, 3G, 4G, os Telefones sem fio, o Wi-Fi, os monitores de bébé, rádio e TV digitais, contadores eléctricos inteligentes e outros aparelhos inteligentes. Diante da incerteza, e quando as crianças estão em causa, não deveríamos tomar opções mais inteligentes para reduzir a exposição à radiação das redes sem fio nas escolas?

A exposição crónica à radiação sem fio é um perigo ambiental evitável, que está suficientemente bem documentado para justificar acções preventivas imediatas.
Autoridades responsáveis no estrangeiro reagiram com a proibição ou advertência contra o uso de WiFi nas escolas. É hora das autoridades governamentais e de ensino australianas tomarem medidas de precaução responsáveis, para reduzir os riscos de exposição às REM.

"WiFi in Schools Australia" ("WiFi nas Escolas Austrália") apoia plenamente o uso da tecnologia, computadores e da internet na educação escolar. Também acreditamos que as escolas têm a responsabilidade de cuidar, e por isso devem proporcionar um ambiente de aprendizagem seguro para todas as crianças. Acreditamos que as escolas não deveriam expor os nossos filhos desnecessariamente, aos riscos a longo prazo do uso de tecnologias sem fio.
Somos a favor de comunicações por cabo, como uma opção mais segura, até que haja evidências conclusivas de que não existem efeitos nocivos do uso a longo prazo.

>> AMBIENTE DE APRENDIZAGEM SEGURO

Por favor informe-se, divulgue esta informação junto da família, amigos, políticos e agentes decisores. Por favor, apoie o nosso apelo para impedir o uso do WiFi nas escolas, até que esta tecnologia seja comprovadamente segura para uso a longo prazo. Para mais factos e saber o que pode fazer, visite wifi-in-schools-australia.org



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