LFCs - poupança?


As LFCs não diminuem o consumo de energia



As LFCs têm uma duração muito menor do que nos querem fazer crer
Perda de calor
Análise “berço-caixão” (ciclo de vida)

 

As LFCs têm uma duração muito menor do que nos querem fazer crer


Talvez o mais significativo de tudo, porém, é que para utilizar economicamente as LFC é necessário deixá-las acesas mais ou menos continuamente. Quanto mais se acendem e apagam menor se torna a sua vida, criando um paradoxo fundamental, tal como explica um perito australiano em electricidade, Rod Elliott (cujo site Elliott Sound Products apresenta uma análise técnica das desvantagens das LFC tão boa como qualquer outra na internet).

            Se as pessoas continuarem a acender e a apagar as luzes quando precisam, como explica Rod Elliott, chegarão à conclusão que as suas lâmpadas "verdes" têm uma vida muito mais reduzida do que a prometida, desencadeando assim uma reacção por parte dos consumidores que acham que foram intrujados.

            Mas se mantiverem as luzes acesas todo o tempo para maximizar a sua vida, as LFC podem acabar por utilizar quase tanta electricidade das centrais eléctricas (criando emissões de CO2) como as lâmpadas incandescentes, anulando assim a sua suposta vantagem.

http://contrafactos.blogspot.com/2007_03_01_archive.html

http://eureferendum.blogspot.com/2007/03/light-bulbs-and-eco-fascism.html


 

Perda de calor

As lâmpadas economizadoras aumentam os gases estufa. Porque funcionam libertando menos calor, elas causam a subida dos custos domésticos de aquecimento. “Os regulamentos quanto à iluminação (banindo as lâmpadas incandescentes) irão aumentar as emissões de GEE [gases do efeito estufa] no território de serviço da Hydro, em 45.000 toneladas, devido a efeitos cruzados com a mudança para lâmpadas frias”, explicou uma porta-voz da BC Hydro num artigo no Vancouver Sun em 2009.   
    O “efeito cruzado” mencionado consiste na perda de calor das lâmpadas incandescentes mais quentes que irá acontecer quando mudarmos para LFCs que são mais frias. Quando uma lâmpada normal de 60 watts é substituída por um LFC de 15 watts, 45 watts de calor no interior da casa são perdidos. Se isso se repetir 20 vezes, 900 watts de calor perdido terão de ser agora fornecidos a partir de uma outra fonte.
    Considerando o baixo factor de potência assim como as perdas no aquecimento, pode-se concluir que usar LFCs não irá reduzir a pegada ambiental dos consumidores quando compararmos com a utilização de uma lâmpada normal. Além disso, em vez de poupar energia existe bastante evidência demonstrando que usar LFCs irá aumentar a pegada de carbono do consumidor.

Análise “berço-caixão” (ciclo de vida)

 

Um estudo da Associação Internacional para a Iluminação Energeticamente Eficiente (IAEEL) conduzido na Dinamarca, analisou alguns factores da “pegada de carbono”, mas não todos, demonstrando que foram necessários 1,8 Kwh de electricidade para montar uma LFC comparado com 0,11 Kwh para montar uma lâmpada incandescente. Isso significa que foi preciso 16 vez mais energia para produzir uma LFC. O estudo não incluiu o facto de que uma LFC é muito mais pesada e mais perigosa de manusear, e, por isso, será mais custosa para empacotar, exportar e vender.

    Esta pesquisa também não calculou a energia necessária para descartar as LFCs em segurança e recuperar o mercúrio. O custo para remover o mercúrio dos aterros também não foi considerado. Além disso, o custo potencial em vidas destruídas, doenças e perda de produtividade humana devido à exposição ao mercúrio e à radiação electromagnética não foi considerado.

    Se um estudo destes pudesse ser levado a cabo, e considerando todos os factores contributivos negativos, esse estudo demonstraria que uma LFC tem uma pegada de carbono maciça, de tal modo que faria eclipsar uma lâmpada incandescente normal e também demonstraria que as LFCs deixam atrás de si um rasto de destruição ambiental.
 

 

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