As LFCs estão a pôr as pessoas doentes



LFCs são poluentes eléctricos
Emitem UV
Emitem radiofrequência

Produzem energia suja
Casos

 

LFCs são poluentes eléctricos

Os LFCs emitem radiações electromagnéticas, um tipo de energia que pode tornar as pessoas muitos doentes. Muitas pessoas relataram erupções e irritações na pele devido à radiação ultra-violeta (UV). A radiação de rádio frequência é ainda uma maior preocupação. Os efeitos da exposição a radiação de rádio frequência, assim como a picos e transientes de alta tensão, são um causador conhecido de doença, são virtualmente ignorados tanto por grupos ambientais como por consultores de edifícios verdes.

Tem havido um surto de problemas de saúde associados à radiação electromagnética, como a que é emitida pelas LFCs.

Na Suécia, de acordo com as sondagens, até 290.000 pessoas, ou mais de 3% da população, relataram sofrer de sintomas de hiper-sensitividade eléctrica quando expostos a radiação electromagnética. Os sintomas vão de rigidez nas articulações, fadiga crónica, dores de cabeça, tinitus, problemas respiratórios, gástricos, da pele, do sono e da memória, tendências depressivas, até à doença de Alzheimer e todos os tipos de cancro.
http://www.greenmuze.com/blogs/guest-bloggers/1031-the-dark-side-of-cfls.html  

 
Emitem UV ( radiiação ultra-violeta)



Nova pesquisa feita pela Agência de Protecção de Saúde (HPA, R Unido) demonstrou que algumas lâmpadas economizadoras fluocompactas podem emitir radiação ultravioleta em níveis que, sob certas condições de utilização, podem resultar em exposições acima dos níveis de segurança estabelecidos. A agência  e departamentos governamentais estão solicitando à União Europeia, organismos de normalização qualificados e à indústria de iluminação que considerem como será possível reforçar as directivas para os produtos de iluminação. (9 Out 2008)
http://www.hpa.org.uk/webw/HPAweb&HPAwebStandard/HPAweb_C/1223534061375



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   As lâmpadas fluocompactas e a degenerescência macular

 

 

 Emitem radiofrequência

No entanto, Magda Havas culpa sobretudo o balastro electrónico das lâmpadas fluorescentes compactas (LFC). Para evitar o efeito de cintilação que pode desencadear, nomeadamente, crises de epilepsia, o balastro controla a tensão eléctrica que circula na lâmpada. Ora, tal gera uma poluição electromagnética, a especialidade da professora Havas desde o início dos anos 90.
            Contrariamente às incandescentes, as “lâmpadas fluorescentes compactas emitem radiofrequências que poluem o ar e circulam na cablagem eléctrica doméstica", escrevia ela numa carta dirigida ao New York Times em Janeiro último. Determinadas embalagens mencionam mesmo que estas lâmpadas podem interferir com a recepção das emissões de rádio. Emitem uma interferência electromagnética que provoca um zumbido nos rádios e nos telefones sem fios.
            Mas o verdadeiro problema é que estas frequências fazem com que as pessoas fiquem doentes. Além disso, os sintomas de Charlene Creelman apareceram depois de ter instalado no seu computador um modem sem fio que emitia radiofrequências.
            Em entrevista, Magda Havas disse-nos que gostava que o governo proibisse todas as lâmpadas de baixo consumo geradoras da poluição por radiofrequência, o que é o caso da maior parte das luzes e tubos fluorescentes. “Recomendo às pessoas que devolvam as suas LFC ao vendedor a fim de serem reembolsadas, caso estas provoquem um zumbido num rádio AM portátil colocado nas proximidades."
 

 

Normas de segurança diferentes

A Santé Canada não é da mesma opinião. "O balastro electrónico de uma lâmpada fluorescente compacta emite campos electromagnéticos de fraca intensidade com frequências até 50 kilohertz (kHz) quando está a funcionar, reconhece Philippe Laroche. Mas segundo as nossas medições, mesmo a cerca de 30 cm da lâmpada, a radiação é inferior à norma canadiana do Código de Segurança 6, de 280 V por metro (V/m) para as frequências de 3 kilohertz (kHz) a 1 megahertz (MHz). Não possuímos dados que demonstrem que a exposição às lâmpadas fluorescentes compactas possa ser nociva para a saúde. Tal está de acordo com a opinião científica corrente a nível internacional."

 

           
De forma alguma. Em 1999, o Conselho da Europa emitia uma recomendação segundo a qual se deveria evitar a exposição do público a uma radiação superior a 28 V/m (dez vezes inferior à norma canadiana), para evitar qualquer efeito térmico sobre os órgãos. Ora, a 20 centímetros (7,9 polegadas) de distância, determinadas LFC de 20 watts expõem as pessoas a uma radiação que vai até 180 V/m, segundo descobriram investigadores franceses do Centre de Recherche et d’Information Indépendantes sur les Rayonnements Électromagnétiques (Centro de Investigação e de Informação Independentes sobre as Radiações Electromagnéticas) (CRIIREM) (2). É preciso afastar-se um metro para encontrar um valor de 0,2 V/m, correspondente ao ruído de fundo ambiente de radiofrequências, segundo este organismo parisiense. O CRIIREM, que desaconselha particularmente a utilização das LFC nos candeeiros de mesas-de-cabeceira, pede aos fabricantes para resolver esta “potente electropoluição” associada nomeadamente ao melanoma maligno de grau 3, o mais frequente e o mais mortal dos cancros de pele.

Ora, os efeitos não térmicos podem fazer sentir-se no corpo humano para além de uma dose de radiação tão fraca como 0,1 V por metro. Três associações britânicas independentes, ou seja a Migraine Action, a Epilepsy Action assim como a Associação britânica de dermatologistas, comunicaram indisposições e doenças em determinados utilizadores de LFC.

 

Os sintomas referidos com mais frequência foram: dores de cabeça, fadiga, confusão, tonturas, zumbido nos ouvidos, fadiga ocular, náuseas, irritação e erupção cutânea, problemas de concentração, palpitações cardíacas e problemas digestivos.

http://www.contaminations-chimiques.info/?2008/06/27/406-les-lampes-fluocompactes-des-sources-delectropollution-nocives-pour-les-hypersensibles



Produzem energia suja

A energia de má qualidade é frequentemente referida como “energia suja” e é definida como desvios na magnitude e na frequência da forma de onda sinusoidal. Segundo a Hydro One (13).
    "[A perturbação devido à qualidade da energia] pode assumir várias formas, tais como: descida repentina de tensão, desequilíbrio de fases e subidas momentâneas de tensão, perturbações transitórias, interrupções momentâneas e distorções da forma de onda de regime estável de longa duração."
    As LFC produzem transientes (impulsos transitórios) que contribuem para a má qualidade da energia nos fios eléctricos. Segundo a General Electric (GE), a sua LFC típica com balastro electrónico opera no intervalo de frequência de 24-100 kHz. Este intervalo está dentro da banda de radiofrequência do espectro electromagnético e está classificado como Frequência Intermédia (FI) pela Organização Mundial de Saúde. Existe uma preocupação acerca da interferência electromagnética (IEM) associada à FI, tendo sido demonstrado em estudos recentes que as FIs são biologicamente activas e podem ter efeitos adversos na saúde (14, 15).
    A Figura 1 dá um exemplo da energia suja produzida por uma lâmpada fluorescente compacta em comparação com uma lâmpada incandescente. Foram feitas leituras no ar (a 0,5 m da lâmpada) e no fio eléctrico (depois de passar através de um filtro ubíquo que remove a frequência de 60 Hz). A forma de onda através do ar é radiação de radiofrequência que pode contribuir para interferência electromagnética (IEM), conforme referido acima, e a forma de onda no fio é energia suja.
    Nem todas as LFC são iguais, algumas produzem mais energia suja do que outras. Num estudo recente (16), os valores para a energia suja variaram entre 47 e 1450 unidades GS, em comparação com um valor de base (com as luzes desligadas) entre 54 e 58 unidades GS. Existe manifestamente tecnologia para produzir LFC que não gerem energia suja. O que é que a Health Canada está a fazer para exigir que todos os fabricantes de lâmpadas adiram às melhores práticas e fabriquem lâmpadas que não comprometam a qualidade da energia nos fios eléctricos?
    Além dos efeitos que a energia de má qualidade tem nos dispositivos electrónicos sensíveis, foi demonstrado que a energia suja afecta negativamente a saúde humana. Um estudo recente de concentrações de casos de cancro numa escola na Califórnia associou o aumento do risco de cancro entre professores à energia suja (15). Os professores que ensinavam em salas de aula onde a energia suja atingia valores superiores a 2000 unidades GS corriam um risco de cancro 5 vezes maior (relação de risco de 5,1), que era estatisticamente significativo. Os professores que nunca ensinaram nessas salas de aula tinham uma relação de risco de 1,8. As lâmpadas LFC da Figura 1 geraram quase 300 unidades GS de energia suja. Parece evidente que uma casa cheia deste género de lâmpadas pode ter consequências graves para a saúde.
    Numa escola do Wisconsin com a síndrome do edifício doente, assim que a qualidade da energia melhorou depois de terem sido colocados filtros para os cabos eléctricos nas tomadas, a saúde dos alunos e dos professores melhorou. Dos 37 alunos que sofriam de asma e usavam inaladores numa base diária, somente 3 tiveram necessidade dos mesmos e apenas para a asma induzida por exercício, assim que a energia suja foi eliminada (17).
    Estudos realizados em diabéticos e em pessoas com esclerose múltipla revelaram uma melhoria dos sintomas que coincide com a melhoria da qualidade da energia nos lares (18).
     Se determinadas LFC produzem energia suja e se a energia suja está associada a problemas de saúde, estas lâmpadas necessitam manifestamente de ser redesenhadas.

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13. Hydro One. 2004. Power Quality-What it means to you.
http://www.hydroonenetworks.com/en/customers/transmission/operations/power quality, asp.
14. Havas, M. and D. Stetzer. 2004. Dirty electricity and electrical hypersensitivity: Five case studies. World Health Organization Workshop on Electricity Hypersensitivity, WHO, Prague, Czech Republic, 25-26 October, 2004.
15. Milham, S. and L.L. Morgan. 2008. A New Electromagnetic Exposure Metric: High Frequency Voltage Transients Associated With Increased Cancer Incidence in Teachers in a California School. American Journal of Industrial Medicine. 8 pp.
16. Havas, M., D. Stetzer, L. Kelley, R. Frederick, and S. Symington. in prep. Compact Fluorescent Lights and Power Quality and Health.
17. Havas, M. 2006. Dirty Electricity: An invisible pollutant in schools. OSSTF/FEESO Education Forum Vol 32, Issue 3, Fall 2006, 4 pp.
18. Havas, M. 2006. Electromagnetic Hypersensitivity: Biological effects of dirty electricity with emphasis on diabetes and multiple sclerosis. Electromagnetic Biology and Medicine, 25: 259-268.
http://www.oag-bvg.gc.ca/internet/English/pet_254_e_31427.html

 

Casos



1) Com os controles próprios e com treino, o mercúrio elementar pode ser manuseado com segurança num ambiente laboratorial. Contudo, se derramado ou mal manuseado pode representar um perigo significativo. Alguns exemplos arrepiantes (e dispendiosos):
    Uma professora na Universidade de Dartmouth (uma pesquisadora experiente e perita na toxicologia de envenenamento por metais pesados) morreu em 1997 depois de derramar apenas umas gotas de dimetilmercúrio nas suas luvas de latex.
http://www.ilpi.com/safety/mercury.html


2) Uma mulher de trinta e três anos querendo ter uma família grande queixou-se de seis perdas de gravidez consecutivas. Depois de duas gravidezes sem problemas, com partos vaginais, a paciente mudou de residências e subsequentemente experimentou três abortos espontâneos no 1º trimestre.
    Depois da avaliação por um médico de família, um ginecologista, um especialista em infertilidade e uma unidade especializada em cuidados de reprodução, a paciente subsequentemente sofreu três abortos espontâneos no 2º trimestre apesar de intervenções, incluindo Clomifeno, injecções de Gonadotrofina coriónica humana, suplementação de progesterona e aconselhamento. De acordo com o seu relato, o único determinante potencial que parece ter mudado em relação ao tempo em que teve as duas gestações completas foi o ter sido empregue como costureira seis horas por dia na cave da sua nova residência, um ambiente com tectos baixos e luzes fluorescentes.
    Usando um medidor gauss, a mulher registou níveis elevados de REM (radiações electromagnéticas)(≥ 104 mG) na proximidade da sua cabeça quando as luzes fluorescentes no seu local de trabalho eram acendidas e níveis altos de REM (~180 mG) junto à sua máquina de costurar. Seguindo conselhos para diminuir a exposição à radiação electromagnética evitando as lâmpadas fluorescentes e minimizando o uso da sua máquina de costura, a mulher prontamente concebeu e levou a gravidez até ao final.
(Fisher, Donna. 2009. More Silent Fields – Cancer and the Dirty Electricity Plague, p.12)


3) Assim, acendi novamente a luz e estive a ler uma meia hora, até que a apaguei e
voltei a apanhar o fugidio  sono..  Mas aqui começou o que chamei de muito insólito ! De imediato, apareceram pesadelos terríveis e extremamente confusos [...] Finalmente, depois de muita confusão, [...] acordei…
    Irra, figas diabo…mas que bruto pesadelo e mais surpreendido fiquei ao olhar o relógio, pois eram 10 da manhã ! Assim, tinha estado 6 horas naquele sofrimento!
    Mas que diabo me teria acontecido ?
    A única coisa de diferente, em muitos anos, tinha sido o uso da lâmpada [economizadora] e vai de ir estudá-la. Pego nela e levo-a para o meu pequeno “laboratório”, onde a acendo e aproximo um contador de frequência que logo dispara para cerca dos 33.943 Hz !
    Como seria possível tanta potência naquela nota supersónica, que me esteve a “bombardear” o cérebro naquela meia hora ???! Só podia ser daquilo, até porque muita gente sente náuseas, vómitos e dores de cabeça, ao estar na presença de um apito supersónico, como acontece a algumas pessoas, com o apitar dos transformadores de linhas dos televisores, que funcionam e irradiam a frequência de 15725 Hz. 
    Felizmente que ninguém encosta a cabeça aos televisores, senão bem poderiam vomitar as tripas, sem saber o porquê e verem-se cheias de dores de cabeça, também sem saberem o porquê…
    Mas eu tinha estado com a cabeça a menos de um palmo daquele “gerador” de 40.000Hz …

http://engenhocando.blog.com/?s=l%C3%A2mpadas

4) Uns dias depois destas experiência, tive de visita uma senhora de meia idade que se estava a queixar de tremendas dores de cabeça, às tantas da noite e madrugada, com muita agonia, tonturas e vómitos e não encontrava explicação para aquilo. Vai daí eu lhe perguntar se por acaso, ela não estaria a usar uma lâmpada de gás, por perto, ao que ela logo me confirmou e mais, dizia que ficava tão incomodada, que até chegava a voltar ao sono, mas com terríveis sonhos sem pés nem cabeça…e até dormia sem desligar a “malvada” lâmpada…
    Deste facto insólito, não se vê qualquer informação a público, pelo que é muito possível que esteja a haver muita gente a ser “bombardeada” com estas ondas supersónicas e certamente que nem os médicos saberão do que se trata ainda, por serem lâmpadas que só agora se estão a tornar populares.
http://engenhocando.blog.com/?s=l%C3%A2mpadas




 

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