GASTROINTESTINAL, SISTEMA
(método - idade em que iniciou tratamento - tempo que durou - peso perdido) Legenda
azia
colite
colite ulcerosa
5. Marilyn de Maine (aleluia na 5 sem 15kg)
diarreia
doença de Crohn
flatulência
hemorróidas
1. George H. Malkmus e Rhonda Malkmus
intestino, sangramento
meteorismo
muco e catarro
outros
prisão de ventre
refluxo esofágico
síndrome do cólon irritável
Boca
doença periodontal
gengivas, inflamadas
gengivas, sangramento
tártaro
1. George H. Malkmus e Rhonda Malkmus
No dia 12 de Fevereiro de 1934, por volta das 7:24 da manhã, eu entrei neste mundo. Não me lembro do acontecimento. As minhas primeiras recordações remontam à idade dos três anos. Eu me lembro de chorar ao ser empurrado numa cadeira de rodas pelo corredor do hospital até à sala de operações onde os médicos retiraram as minhas anginas. Outras recordações claras são as frequentes idas ao dentista e a dor terrível associada à broca para perfurar o dente e colocar a obturação. Quando cheguei à adolescência todos os dentes na minha boca tinham duas ou três obturações.
Aos vinte e tal anos, quase trinta, comecei a usar óculos com lentes grossas e quase todos os anos aumentava a graduação à medida que os meus olhos lentamente se deterioravam. De facto, a minha saúde ia-se acabando com novos problemas físicos surgindo um após outro: sintomas como hemorroidas, sinusite aguda e alergias, pressão alta e fadiga; iam-se acrescentando às borbulhas na cara que eu já tinha desde a juventude. A culminação destes muitos males físicos chegou na idade dos quarenta e dois quando o médico me disse que eu tinha um cancro do cólon.
Esta notícia devastou-me pois ainda há pouco tempo tinha assistido à morte da minha mãe depois de uma batalha horrível contra esta mesma doença. Os médicos me disseram que foi uma fraqueza genética herdada da minha mãe que tinha causado o meu cancro. O médico tinha primeiro atribuído a minha pressão alta ao meu pai, que teve vários ataques de coração e derrames antes de finalmente morrer com um ataque fulminante de coração.
Será que todos estes problemas físicos que eu e os meus pais aprensentamos são um fenómeno natural e incontrolável, ou haverá talvez uma explicação melhor que explique a razão porque eu e os meus pais e todos os seres humanos sofremos quebra física?
Ao recordar as agonias que a minha mãe passou quando se entregou aos tratamentos tradicionais cirurgia, quimioterapia e radiação, eu resolvi procurar conselho noutro lugar. Então, em 1976, eu visitei um velho amigo pregador, o Irmão Lester Roloff, que me animou a trocar a minha alimentação típica americana padrão para a alimentação original que Deus deixou à humanidade em Génesis 1:29.
Mudei a minha alimentação e realmente ao fim de um ano todos os meus males físicos (inclusive o meu tumor do tamanho de uma bola de ténis) tinham simplesmente desaparecido. Desde que fiz essa mudança há mais de vinte anos não tenho tido nenhum tipo de doença ou quebra física.
Em Janeiro de 1991, Rhonda (que agora é a minha esposa) participou de um seminário sobre saúde que eu estava guiando. Na época ela sofria de artrite reumática e estava excessivamente gorda. Ela não conseguia virar a cabeça mais do que dois ou três centímetros em qualquer direção por causa da artrite. Não podia andar um quarteirão sem tremenda dor e dificuldade. Às vezes ela chegava a tomar seis ibuprofen por hora por causa da dor. Um ano depois de ter mudado de alimentação, já tinha perdido 42 Kg, passou a usar tamanho 33 em vez de 56 em vestidos e todas as manhãs fazia 6 Km a pé em menos de uma hora sem dor. Todos os problemas de artrite desapareceram.
(Back to the Garden, revista Nº 18 – Primavera/Verão '99)
5. Marilyn de Maine (aleluia na 5 sem 15kg)
Ao ler a carta de hoje fico tão grata pelo Estilo de Vida Aleluia. Quero agradecer ao reverendo Malkmus, a você e a Carla e Gail que são os diáconos da saúde na minha região.
O médico diagnosticou em mim uma colite ulcerativa quando eu tinha 25 anos de idade. Nesse mesmo ano fui operada a um cancro cervical. As dores eram horríveis e o sangramento no ventre só piorava. Fui muitas vezes hospitalizada e me davam uma dieta exclusiva de líquidos, e isso, por incrível que pareça, ajudava muito, mas depois mandavam-me para casa fazendo uma alimentação padrão americana e voltava a ficar pior. Com os anos os meus remédios aumentavam.
Em 1994, depois de um ataque de pneumonia os médicos descobriram que eu tinha COPD [DPOC - Doença pulmonar obstrutiva crônica]. Me disseram que a partir desse ponto eu teria que usar máscara de oxigénio. Eu parei imediatamente de fumar (depois de 33 anos fumando como uma chaminé) e entrei numa dieta de emagrecimento. Consegui perder 8 Kg e a partir desse altura parei de usar oxigénio. Além disso comia legumes e ervas no valor de 125 dólares por semana.
Em 1995 fui hospitalizada e colocada no CTI com psoríase pustular. O meu corpo em 82% da sua área apresentava-se vermelho e inchado exactamente como se fossem queimaduras. Os médicos imediatamente me colocaram sob fortíssimas doses de esteroides IV. Tiraram uma biópsia e descobriram que o mal provinha de esteroides que eu tinha tomado durante todo o ano anterior no tratamento da pneumonia. As perspectivas eram sombrias. Me deram um remédio chamado Tegison que ajudou mas começou a destruir o meu fígado. Além disso enquanto tomava as doses fortíssimas de esteroides a vávula entre o coração e os pulmões rebentou o que causou hipertensão pulmonar. Uma doença que diariamente provoca insuficiências cardíacas congestivas.
Para poupar tempo, deixe-me dizer que quando soube do Estilo de Vida Aleluia os médicos já não tinham nenhuma esperança de que eu pudesse ficar curada.
Ao fim de cinco semanas no Estilo de Vida Aleluia:
Perdi 15 Kgs.
Não tomo remédio nenhum exceto Lasix para me ajudar a reter água. Eu estava a tomar mais de 18 remédios diferentes.
Não uso mais oxigénio, o que usava 24 horas por dia.
Posso sair a fazer compras e andar, uma impossibilidade há mais de três anos.
Não uso mais inaladores e nebolizadores
Evacuo normalmente sem sangue, sem dor, e como você diz, sem passar a vida entrando e saindo do quarto de banho.
A minha pele é normal sem vermelhidão.
Estas são apenas algumas entre as muitas razões por que eu agradeço diariamente a Deus pelo Estilo de Vida Aleluia – um estilo de vida que realmente me devolveu a vida que Deus queria que eu tivesse.
Obrigada.
Marilyn de Maine
(www.hacres.com/html/mailbag.html, e-mail 5 de Abril de 1998)
método: aleluia = Dieta Aleluia (http://www.hacres.com/) tempo que durou: sem = semanas
na = dados não disponíveis;

