Os lutadores vs. as raposas (e suas tácticas)

 


Os lutadores
As raposas
Estão todos no bolso da Indústria
O que eles dizem
Não se preocupem, é seguro! Não está provado... Criando padrões impossíveis de atingier e,
    desse modo, tornando impossível a prova

Propaganda
Integridade científica
“Radiation Research” e o culto dos Resultados Negativos
Peritos investigando os efeitos biológicos da radiação de telemóveis são intimados a ficarem calados ou
    então a perderem o emprego

Alguns nomes
Você confia neles?




OS LUTADORES


Carlo, George
A indústria estava obiamente ciente que o Dr. Carlo era uma ameaça; desde as suas descobertas ele tem sido ameaçado, atacado fisicamente, difamado e a sua casa foi misteriosamente consumida pelo fogo. Em 1998 pesquisa efectuada pela sua equipe mostrou que a pluma electromagnética do campo próximo, entre 18 a 20 cm à volta da antena do telemóvel, originava infiltração na barreira hemo-encefálica, assim como cancros neuroepiteliais raros e duas a três vezes maior risco de tumores cerebrais benignos e malignos.
(http://commonground.ca/iss/0612185/cg185_cellphone.shtml)

Cherry, Neil
Dr NeIl Cherry, um especialista neo-zelandês em Controlo Ambiental. Faleceu em 2003.

Firstenberg, Arthur
Fundador e director da Cellular Phone Task Force, uma organização sem fins lucrativos que dissemina informação sobre poluição electromagnética e fornece apoio legal e suporte às vítimas desta poluição. É editor da publicação “No Place To Hide” [Sem lugar para me esconder] e autor de “Microwaving Our Planet: The Environmental Impact of the Wireless Revolution (1996).

O’Connor, Eileen
Eileen O’Connor é fideicomissária da Radiation Research Trust ( http://www.radiationresearch.org ). Como sobrevivente de um cancro do peito ela está convencida que as antenas de telemóveis são extremamente perigosas e a sua campanha contra a exposição a níveis elevados de radiação electromagnética juntou cientistas e decisores políticos de toda a Europa, desde Membros locais do Parlamento até à Comissão Europeia, para re-examinarem a ciência e a política em relação aos CEMs.

Philips, Alasdair e Jean
Alasdair Philips tem qualificações tanto em engenharia electrónica como em engenharia agrícola. Desde 1986 que acumulouo um conhecimento considerável sobre os efeitos biológicos das REM e é uma das vozes “alternativas” mais destacadas sobre o assunto, no Reino Unido. Alasdair é membro da SAGE (o departamento de saúde britânico Stakeholder Group on ELF EMFs) e membro do UK Health Protection Agency’s EMF Discussion Group. O site powerwatch.org.uk serve de fórum para um pequeno grupo de engenheiros e cientistas conhecedores e que estão preocupados como as consequências desta comunidade irradiada que estamos a criar.

Slesin, Louis
O Dr. Louis Slesin, editor e produtor do site Microwave News, um pioneiro em expor os perigos dos campos electromagnéticos, aponta para as fontes de REM – desde linhas de energia eléctrica até aos cobertores eléctricos e telemóveis – e descreve os esforços feitos pela indústria para desvalorizar os efeitos dos REM, dndo-nos também uma ideia do estado da pesquisa passada e actual.

Walker, John

O Dr. John Walker de Sutton Coldfield tem levado a cabo pesquisa sobre a distribuição de aglomerados de doenças à volta de antenas de telemóveis. Não apenas uma, mas muitas destas antenas por todo o Reino Unido, estão a albergar uma série de doenças que destroiem a vida das pessoas, destroiem famílias, em certos casos destroiem comunidades inteiras.

etc., etc.



AS RAPOSAS

A PERVERSÃO DA CIÊNCIA PARA FINS POLÍTICOS

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INTERESSES ESTABELECIDOS


 

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Em Julho de 1997, dirigindo-se à Primeira Conferência Mundial de Cancro da Mama, a conselheira ambiental e investigadora sobre políticas Cindy Sage declarou que a tomada de decisões em questões de saúde pública é dificultada “quando existe uma grande presença da indústria [que] possa sofrer consequências financeiras com a admissão de responsabilidade quanto a um produto carcinogénico.” Uma situação destas, acrescentou, “origina um clima difícil para financiamentos, análise e acção com base em novas informações científicas. O estado da ciência transforma-se num campo de batalha, onde a incerteza científica é argumentada como razão para adiar acções ou tomar acções triviais e sem significado.” É exactamente isto que aconteceu com a pesquisa sobre CEM.
    Devido á grande pressão da Indústria para ignorar possíveis riscos para a saúde, os estudos demonstrando associações positivas CEM-cancro foram desacreditados, enquanto que outros estudos camuflaram ou enterraram a associação por completo. Somos mantidos num estado de ignorância sobre os perigos colocados pela poluição eléctrica numa altura em que os dispositivos que contribuem para essa poluição – desde ferramentas eléctricas a telemóveis a carros eléctricos – estão proliferando de uma forma desenfreada, sem qualquer controle de segurança dos CEM e quase sem financiamento para pesquisa fora da Indústria.
 (http://web.inetba.com/advancedliving/besresearch.ivnu#ALT%20Mag%20Article)

A Indústria [está] bem ciente, desde a década de 1980, de alterações biológicas conducentes a problemas adversos de saúde e [tem] feito o seu melhor para suprimir a consciencialização do público sobre esta informação. (Alasdair 2006, 8)

Apesar do facto de que o envolvimento íntimo da indústria de telemóveis com todos os aspectos da ciência de telemóveis constituir um flagrante conflito de interesses, esta indústria com tantas agendas de interesse próprio, tem conseguido infiltrar todos os aspectos da ciência sobre telemóveis e agora controla, em grande parte, as três principais áreas de ciência dos telemóveis: o financiamento, a ciência e a elaboração de políticas sobre o uso de telemóveis.
(fonte deste artigo?) 

Na terra da Rádio Frequência, quem manda é a indústria. Há muito que decidiu que tipo de pesquisa irá ser financiada e que informação vai ser publicada. Também estabelece os limites de segurança. E agora dita qual a parte da história que você vai ouvir. George Orwell disse-o bem quando afirmou, “Quem controla o passado controla o futuro. Quem controla o presente controla o passado.” (http://omega.twoday.net/stories/262083/)




Estão todos no bolso da Indústria


- - - A OMS
Com uma pirâmide de interesses constituídos, as empresas de telemóveis parece terem todo o mundo no seu bolso.  A Organização Mundial de Saúde proporciona-lhes um dos seus melhores argumentos vencedores com a sua evidente falta de interesse no assunto. Apenas recentemente e por coincidência, Mike Repacholi, chefe do seu departamento de Campos Electromagnéticos (e presidente inaugural da ICNIRP – International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection) deixou o cargo debaixo de suspeita depois de ter sido conhecido que tinha recebido centenas de milhares de dólares da... indústria de telemóveis.
(http://www.schnews.org.uk/archive/news561.htm)

A OMS anda de mãos dadas com as companhias de telefone. Contudo,  Mike Repacholi, chefe do comité de telecomunicações da OMS foi finalmente removido depois de revelações de que estava a receber 150.000 dólares por ano das, adivinhem, operadoras de telemóveis!
    Portanto, com o governo na cama com as operadoras, as instalações “independentes” de pesquisa, as comissões de protecção e os mídia todos comprados e silenciosos, e com os conselhos locais com as mãos presas, os telemóveis tornaram-se no novo símbolo do “esconde-todos-os-riscos e procura-os-máximos-lucros”. São símbolos não da nossa atitude de estar na moda e de influência social, mas da nossa submissão. E por isso a saúde de muitas pessoas irá sofrer, independentemente de usarem telemóveis ou não. Para trás tabaco, venha o hábito de enviar 20 textos por dia...   (http://www.schnews.org.uk/archive/news561.htm)

- - - Governo
As directivas oficiais para as assembleias locais são tão astutamente ambíguas que foram necessários dois processos no tribunal para decidir que as assembleias locais não podem invocar razões de saúde para recusarem a instalação de uma antena. No caso de 2003 “Skelt vs. Orange” o juiz estava prestes a decidir que os efeitos na saúde deveriam ser uma preocupação quando o governo (defendendo o caso em nome da Orange) cedeu o caso com custos inteiros que, parecendo uma espécie de ‘vitória’ na altura, evitou uma decisão judicial que poderia ser citada posteriormente como um precedente. Depois, em 2004, no caso Harrogate, o governo estava aparentemente a defender o caso em nome dos residentes locais contra a operadora. O advogado governamental teve uma defesa fraca e não mencionou nenhuma prova de riscos para a saúde que não tivessem já sido rejeitados. A decisão foi em favor das antenas e este é agora o caso citado em todos as outras audiências sobre esta questão.
     O governo, que recebeu umas jeitosas £22,5 mil milhões da indústria de telemóveis em taxas de licenciamento 3G (e, em troca, fizeram com que as operadoras prometessem fornecer uma cobertura nacional de pelo menos 80%) defendem-se usando o NRPB – ‘National Radiological Protection Board” – que afirma estarem as exposições actuais bem abaixo das directivas do ICNIRP e de que estão a seguir o princípio da precaução. Sucede que estas directivas são o resultado de pesquisa sobre... o efeito de aquecimento das radiações em fornos de microondas. E este nível ‘seguro’ é estabelecido em 3.300 unidades na Grã-Bretanha – em comparação com 100 unidades na Polónia, 10 unidades em Itália e na Rússia e 6 unidades em partes do Canadá. E ao permitir que um número incalculável de antenas fique junto a quartos de dormir de crianças, enquanto que activamente instala mais, é aparentemente seguir um tipo de princípio de rentabilidade, hum, quero dizer, precaução.
(http://www.schnews.org.uk/archive/news561.htm)



O que eles dizem


Vejam também esta história de 4 de Julho de 2004, na qual o NRPB é acusado de “usar indevidamente” a ciência.
Citação: “Diz-se que o NRPB, que deveria ser um organismo independente, foi cúmplice.”
O Dr. Keith Baverstock, que era o principal conselheiro sobre radiação na Europa da Organização Mundial de Saúde, diz que a ciência foi “pervertida” para “fins políticos” pelas organizações governamentais que deveriam estar a proteger a saúde pública.
    “A política, ajudada e instigada por alguns na comunidade científica, envenenou o poço que sustém o processo de decisão democrático”, disse ontem numa conferência sobre radiação de baixo nível em Edimburgo. (http://www.starweave.com/gallery/)

Entrevistador: “Somos todos cobaias numa experiência comercial global de multi-biliões de libras?”
Dr Michael Carlk, porta-voz do NRPB: “De certa forma, sim, somos”. (Citado no Sunday Times 3 Outubro 2004)
[O NRPB é a instituição que aconselha o governo sobre os níveis “seguros” das emissões de aparelhos e antenas]
(http://www.starweave.com/)



NÃO SE PREOCUPEM, É SEGURO!


NÃO ESTÁ PROVADO...


CRIANDO PADRÕES IMPOSSÍVEIS DE ATINGIR E,

DESSE MODO,

TORNANDO IMPOSSÍVEL A PROVA


Padrões de Dano: Têm Sentido?
Um outro dilema interpretativo em relação aos estudos com telemóveis tem a ver com os próprios padrões que a comunidade científica dedicada ao estudo dos telemóveis exige para comprovar a existência de dano. Na realidade, esta comunidade científica exige a obtenção de certos parâmetros, num teste de análise combinada, como sendo o nível de certeza exigido para se fazer a demonstração da ligação causal. O nível de certeza exigido para este teste cumulativo é de 95%-99% - um aro científico quase impossível de saltar.
    O primeiro requisito que deve ser satisfeito é a obtenção de um “nível de confiança de 95%” para cada estudo científico, antes que uma alegação de “preocupação” de dano seja aceite. O significado usual de “95% de grau de confiança” é que existe apenas uma probabilidade de 5% de que um dado resultado aconteça devido ao acaso; ou, reciprocamente, que existe uma probabilidade de 95% de que o resultado seja um resultado verdadeiro.
    Para aumentar ainda a dificuldade em obter uma descoberta de dano aceitável, os cientistas que estudarem os efeitos biológicos da exposição a telemóveis têm de satisfazer os requisitos de segundo nível que incluem, mas não são limitados a, o seguinte: múltiplas reproduções de cada resultado aos níveis celular (in-vitro), animal (in-vivo) e epidemiológico humano (e, de novo, todos estes estudos têm de alcançar o grau de confiança de 95%). Adicionalmente, estes resultados combinados terão de, em seguida, obter uma “descoberta de dano” consensual entre os componentes independentes e os da indústria de telemóveis, dentro da comunidade científica [...].
    Como se pode ver, estes padrões múltiplos exigem não apenas uma certeza virtual num mundo complexo, onde não há muito que se possa estipular como sendo absolutamente certo, mas também financiamento e tempo ilimitados
    Para se poder compreender totalmente a armadilha científica que criamos ao usar este conjunto impossível de padrões, será instrutivo examinar o caso do tabaco. É, agora, facilmente aceite, tanto pela população leiga como pela comunidade científica, que o tabaco é carcinogénico e, portanto, “causa” o cancro. No entanto os cientistas levaram a cabo estudos animais durante décadas sem encontrarem um único resultado “positivo”. Na verdade, hoje, a “demonstração de dano” para o caso do tabaco não poderia, de maneira alguma, alcançar o padrão de “preocupação de dano” ao qual os telemóveis estão, agora, submetidos. Contudo, com apenas 10% da população fumadora sendo diagnosticada com cancro do pulmão, seríamos, certamente, negligentes, se não apelássemos, no mínimo, por um uso cauteloso do tabaco.
(http://www.buergerwelle.de/pdf/lloyd_morgan_of_the_brain_tumour_registry.doc)




PROPAGANDA


“ Um rebanho que precisa de ser conduzido.”

 

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Os americanos são inundados com uma campanha de propaganda tão eficiente que faria os nazis ficarem invejosos. Este livro explica, em vívido detalhe, as tácticas de manipulação utilizadas de facto pelas indústrias energética, farmacêutica e tabaqueira (entre outras) para nos cegar até à submissão e para nos hipnotizar, de modo a acreditarmos que os seus produtos são, não apenas seguros, mas que estão intimamente ligados à nossa juventude e vitalidade.

Bernays
O trabalho de Bernays era reformatar uma questão; criar uma imagem desejada de modo a apresentar um determinado produto ou conceito debaixo de uma luz desejável. Bernays descrevia o público como “um rebanho que precisava de ser conduzido”. E esta maneira de pensar tipo rebanho torna as pessoas “susceptíveis à liderança”.
    Bernays nunca se desviou do seu axioma fundamental de “controlar as massas sem elas o saberem”. As melhores relações públicas são feitas com pessoas que desconhecem que estão a ser manipuladas.
    Stauber descreve o raciocínio de Bernay da seguinte forma:
    “A manipulação científica da opinião pública era necessária para ultrapassar o caos e o conflito numa sociedade democrática.” (Trust Us, p. 42)
    Estes primeiros persuasores de massas posavam-se a si próprios como praticando um serviço moral para a humanidade em geral – a democracia era boa demais para o povo; este precisava que lhe lhe dissessem o que pensar, visto serem incapazes de, por si próprios, ter um pensamento racional.
    Os seus fazedores e peritos de marketing disseram-nos que cigarros, agente laranja, precipitação radioactiva e a poeira radioactiva sendo dispersa pelo planeta e originada pelas armas de urânio detonadas em zonas urbanas era seguro... (http://www.willthomas.net/Convergence/Weekly/Wireless_Revolution.htm)

O sub-título [do livro] “Trust Us: We’re Experts” [Confiem em nós, Somos Especialistas] é “Como a Indústira Manipula a Ciência e Joga com o Futuro das Pessoas”. De acordo com Rampton e Stauber, a indústria manipula a ciência – e, consequentemente, a opinião pública e a política – através de “peritos” científicos e campanhas de relações públicas encobertas e, muitas vezes, pouco éticas, de modo a protejer os interesses das grandes empresas. Rampton e Stauber analisaram este processo manipulativo noutros livros: “Toxic Sludge is Good for You! [Esta Mistela Tóxica é Boa Para Si!] (como as Relações Públicas manufacturam o consentimento e subvertem o processo democrático) e “Mad Cow U.S.A.” [Vacas Loucas E.U.A.] (como as práticas da indústria da carne põe em perigos a saúde pública). O seu último livro, “Weapons of Mass Deception: The Uses of Propaganda in Bush’s War” [Armas de Decpção Massiva: Utilização da Propaganda na Guerra de Bush no Iraque], examina as estratégias agressivas de marketing que venderam a Guerra do Iraque ao povo americano. A preocupação central de todos o seus trabalhos é como os métodos de relações públicas, abundantemente financiados por clientes empresariais e estaduais, moldam a percepção do risco por parte do público, sem consideração pelo processo democrático. (http://www.senecac.on.ca/quarterly/2004-vol07-num01-winter/reviews/lea.html)



INTEGRIDADE CIENTÍFICA


A parte desempenhada pelo sector privado no financiamento da pesquisa no campo da saúde ocupacional e ambiental está aumentando e as directrizes bem desenvolvidas para a pesquisa patrocionada pelo governo geralmente não se aplica na área académica industrial. Por exemplo, nos EUA, a proporção de pesquisa e desenvolvimento na área da saúde, financiada por fontes federais, decaiu quase em metade, para os 37%, entre 1965 e 1995, enquanto que o financiamento por parte da indústria aumentou mais de duas vezes, para 52% do total de USD 35,8 milhares de milhões despendidos. Existem problemas inerentes com a pesquisas patrocionada pela indústria em relação à propriedade intelectual e questões éticas porque os financiadores da indústria e os pesquisadores académicos trabalham em sistemas diferentes com objectivos e meios diferentes. Deste modo, a integridade científica e a preocupação com a saúde das populações na medicina ambiental e ocupacional tem sido cada vez mais ameaçada por pressões de parte da indústria e, também, por vezes, por parte dos governos. Esta ameaça pode não só prejudicar oportunidades para a prevenção de doenças mas, também, reduzir a credibilidade na ciência da saúde pública.
    O papel cada vez maior da pesquisa patrocinada pela indústria, apesar das suas muitas vantagens, levanta algumas preocupações. No extremo existem casos em que uma indústria patrocina pesquisa com o objectivo propositado de contradizer os dados científicos existentes. Infelizmente, a história da medicina ambiental e ocupacional tem sido conspurcada por este tipo de situações durante o último século. Por exemplo, o Dr. Irving Selikoff estava na frente do desafio à indústria do amianto e era um dos defensores mais destacados da saúde laboral do século passado. O seu trabalho foi alvo de ataques, isto apesar de a epidemia de cancro com origem no amianto poder ceifar milhões de vidas antes que este seja banido a nível mundial e as exposições cheguem ao fim. Está descrito que os estudos financiados pelas companhias farmacêuticas são, aproximadamente, oito vezes menos probabilidades de chegar as conclusões qualitativas desfavoráveis e 2,4 vezes mais probabilidades de atingir conclusões quantitativas favoráveis do que os estudos não financiados por entidades lucrativas.8 Os conflitos de interesse financeiros são uma questão fundamental e premente para a pesquisa na saúde ambiental e ocupacional, pois podem afectar negativamente a integridade científica através do retardamento ou ocultação de resultados de pesquisa e influenciando, directa ou indirectamente, o conteúdo dos resultados.4 Portanto, é importante identificar as questões chave que minam a integridade na condução de pesquisa de saúde ambiental e ocupacional tais como quem é que a faz, quem a financia e como é que a ciência conduz à decisão política.
______
4 Rosenstock L, Lee LJ. Attacks on science: the risks to evidence-based policy.
Am J Public Health 2002;92:14–18.
8 Friedberg M, Saffran B, Stinson TJ, et al. Evaluation of conflict of interest in economic analyses of new drugs used in oncology. JAMA, 1999 20, 282:1453–7.
(http://oem.bmjjournals.com/cgi/reprint/62/12/843.pdf)
http://oem.bmj.com/   search author: S Tong



“Radiation Research” e o culto dos Resultados Negativos


Muitos dos estudos publicados na revista científica Radiation Research [circulação 1.100] sobre as REM (radiações electro-magnéticas) e apresentando ausência de efeitos a nível biológico, foram foram pagos pela indústria e pela Força Aérea dos E.U.A., sendo que ambas procuram controlar a pesquisa neste campo (muitas vezes bloqueando-a) e procuram mostar que as micro-ondas são, essencialmente, inócuas, excepto a níveis de exposição altos. Promover estudos demonstrando ausência de efeitos há muito que tem feito parte das suas estratégias no sentido de conter a controvérsia sobre a relação microondas-saúde.

Para analisar o potencial favoritismo aqui em acção, a revista Microwave News investigou uma série de estudos de saúde publicados em revistas científicas com revisão por pares. Seleccionamos artigos sobre genotoxicidade induzida por microondas; isto é, efeitos das microondas no DNA, o padrão genético existente no interior de cada célula viva. Com a generosa ajuda de Henry Lai, da Universidade de Washington, Seattle, identificamos 85 artigos sobre genotoxidade por rádiofrequência (RF)/microondas, publicados desde 1990. Destes, 43 encontraram algum tipo de efeito biológico e 42 não.

Existe uma divisão igual entre estudos que encontraram efeitos e estudos que não encontraram efeitos. Mas reparem no que acontece quando temos em considerção a fonte de financiamento. Um padrão claro – e desconcertante – emerge: 32 dos 35 estudos que foram pagos pela indústria de telemóveis e pela Força Aérea dos EUA demonstram não existir efeito. Constituem mais de 75% de todos os estudos negativos. Não precisa de ser um especialista em estatística para inferir que o dinheiro, bastantes vezes, assegura o resultado científico pretendido.
   
Um dos três estudos feitos pela indústria que encontrou um efeito quase que não foi publicado. Foi levado a cabo por Jerry Phillips, num contracto com a Motorola. A Motorola opôs-se à decisão de Phillips de escrever a sua descoberta positiva e, de acordo com Phillips, a companhia tentou impedi-lo. Phillips resistiu e foi bem sucedido, mas foi o último trabalho de pesquisa sobre REM que ele completou.

Ocorre um desequilíbrio semelhante quando olhamos apenas para os artigos publicados pela Radiation Research. Nos últimos 16 anos, apenas um estudo positivo sobre genotoxicidade de microondas foi publicado pela Radiation Research.  No mesmo período de tempo a revista publicou 21 estudos negativos. (O australianao Pam Sykes, o principal autor do único estudo positivo, viu serem-lhe negados fundos para um estudo posterior de seguimento e pouco depois mudou-se para outras áreas de estudo.)

Combinando o nº de estudos negativos com as fontes de financiamento podemos constatar que 80% dos estudos negativos (17 em 21) publicados na Radiation Research foram pagos ou pela indústria ou pela Força Aérea. E, destes 17, a maioria (10) está associada com um único laboratório: Joe Roti Roti, na Universidade de Washington em St. Louis. A principal fonte de financiamento da Roti Roti é a Motorola. Acresce que muitos outros estudos da Roti Roti sobre outros tipos de efeitos de microondas, também pagos pela Motorola, foram publicados a Radiation Research. Dá ideia de que, no que diz respeito à radiação de microondas, a Radiation Research é um jornal informativo (“house organ”) da Motorola Corporation.

Um editorial no Sunday New York Times de 23 de Julho afirmava que a “melhor esperança” para a credibilidade das revistas médicas era para elas “tentarem muito mais árduamente encontrar autores livres de conflitos”. A situação é, certamente, ainda pior, quando o editor do jornal, que serve como guardião encarregue de garantir que os potenciais conflitos dos seus colaboradores sejam totalmente divulgados, está, ele mesmo, atolado nos seus próprios conflitos.  (http://www.microwavenews.com/RR.html)

ESTUDOS SOBRE A GENOTOXICIDADE DAS RADIAÇÕES DE RF/MICROONDAS

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* After publication, a correction was issued advising that a significant effect had been found.
Fin. – financiamento, RR – Radiaton Research, I – indústria, FA – Força Aérea, ? – desconhecido, xR – estudo associado ao laboratório Roti Roti.        Source: Adapted from Henry Lai 
© Copyright 2006, Microwave News


Estudos que encontraram algum tipo de efeito biológico     43
Estudos que não encontraram nenhum tipo de efeito biológico    42
Estudos financiados pela indústria/FA      35
Estudos negativos financiados pela indústria/FA 32
% dos estudos negativos financidos por I/FA
76%
Estudos positivos publicados na RR
1
Estudos negativos publicados na RR
21
Estudos negativos associados com o laboratório Roti Roti
10




PERITOS INVESTIGANDO OS EFEITOS BIOLÓGICOS DA

RADIAÇÃO DE TELEMÓVEIS SÃO INTIMADOS A

FICAREM CALADOS OU ENTÃO A

PERDEREM O EMPREGO



[...] Estão-se acumulando relatórios indicando que pesquisadores que põem em questão os aspectos relacionados com a saúde, em relação às indústrias multi-bilionárias que se estão a alastrar rapidamente, no campo dos telemóveis, computadores e outras maravilhas tecnológicas relacionadas, estão a ser silenciados, açaimados e estão sofrendo pressão para deixarem os seus empregos.
    No Oregão (EUA), o Dr. William Morton, um professor na Universidade de Ciências da Saúde de Oregão (OHSU) que pioneirou estudos em sensibilidade química múltipla (MCS) e a sua aparente ligação com a porfiria, e que se tornou num dos poucos médicos com experiência no diagnóstico e documentação da hiperssensibilidade eléctrica (ES), decidiu devolver a sua licença médica em 19 de Janeiro antes que continuar a ter que encarar uma enxurrada de queixas e alegações de diagnóstico incorrecto e investigação adicional pelo Conselho de Avaliadores Médicos de Oregão. O grupo de trabalho observou que o respeitado clínico e pesquisador irá continuar a ensinar na Escola Médica da OHSU e continuará a fazer pesquisa sobre MCS e ES.
    Na França, o Dr. Robert Santini, um pesquisador veterano na área da “bioelectromagnética”, disse que foi proibido pelo director do laboratório governamental com o qual há muito está associado, de falar a jornalistas, políticos e outros pesquisadores sobre “bio-efeitos dos telefones celulares e das estações base”.
    Em 6 de Março e a pedido de dois senadores, ele informou o Gabinete Parlamentar para a Avaliação de Escolhas em Ciência e Tecnologia: “Estamos testemunhando hoje o desenvolvimento de pressões com o objectivo de desacreditar, no interior das suas instituições, certos pesquisadores e os seus achados. Estas campanhas de perseguição moral e profissional são orquestradas, em particular, por certos produtores de telemóveis, organismos de saúde pública e oficiais eleitos. Alguns cientistas que trabalham com o problema dos efeitos biológicos dos telemóveis e estações base foram, recentemente, devido a estas pressões, alvos de medidas discriminatórias da parte das suas instituições: despedimento, mudanças profissionais, mudança do tópico de pesquisa, bloqueio de carreira, perda de colaboradores, interdição de falar.”
    Referiu três exemplos de cientistas distintos em França e o caso de Claudio Gomez Perretta (médico) em Valência, Espanha, que em 25 de Fevereiro – quatro dias depois de ter escrito uma carta à Associação Médica de Valência expressando a sua preocupação de que a equivalente espanhola à Associação Médica Americana não tinha tomado nenhuma posição na matéria dos problemas com os CEM de alta frequência – foi notificado de que teria de suspender o seu trabalho em campos electromagnéticos imediatamente.
    Na sua carta ele tinha lembrado o organismo médico local: “Tragamos à memória que já houveram, em tempos, comissões que negaram os perigos do tabaco, amianto, e raios-x terapêuticos.”
    Na Suécia, um grupo de vítimas da hiperssensibilidade electromagnética pediram ao primeiro-ministro e ao prestigiado Instituto Karolinska que não prosseguissem com as ameaças de fecharem a Unidade de Dermatologia Experimental do instituto, cujo Prof. Olle Johansson tem efectuado algumas das interrogações científicas mais tenazes sobre a segurança dos telemóveis e dispositivos relacionados.
    Isto foi o que a Associação para os Hiperssensitivos Eléctricos do Condado de Orebro, Suécia, disse no passado dia 3 de Outubro, ao ter conhecimento do corte de verbas para o Prof. Johansson: “Consideramos a falta de financiamento para pesquisa e de espaço como uma afronta, não só para um cientista no qual depositamos grande confiança como também para nós e para a organização com carências de que fazemos parte”.
    Na Alemanha, o veterano físico médico e pesquisador Dr. Lebrecht von Klitzing da Universidade Médica de Lubeck foi proibido pelo decano da Universidade de se dirigir ao Bundestag (parlamento alemão) para falar sobre as consequências médicas dos telemóveis, alegando que uma tal apresentação prejudicaria a reputação da universidade.
    [A carta de notícias No Place to Hide da Cellular Phone Taskforce] relatava que von Klitzing, impedido de fazer mais pesquisa por sua iniciativa, demitiu-se da universidade em Março, de modo a poder prosseguir com as suas investigações.
    Em Inglaterra, o Dr. Gerald Hyland, da Universidade de Warwick, tomou, em Março, uma reforma antecipada, no seguimento de pressões vindas de níveis superiores contra a sua pesquisa sobre a biocompatibilidade dos campos magnéticos com o organismo humano.

Este artigo foi encontrado em ICHF (International Council for Health Freedom)
Newsletter Vol. VI, Nos. 3-4 publicada por ICHF, 5580 La Jolla Blvd, PMB429, La Jolla Ca 92037.
Tel. (619) 702-1282.
contacto internet: http://www.ichf.net
E-mail: ccichf@san.rr.com
Título original: Cell phones, etc: industry muzzles and punishes those who dare say they are dangerous to health
http://www.campaignfortruth.com/Eclub/241103/eclubdigest241103.htm


ALGUNS NOMES


Michel Plante, Hydro-Quebec, Canada
Plante desempenhou um papel de vilão na controvérsia dos CEM (campos electro-magnéticos). Uma década atrás esteve envolvido na suspensão de um estudo epidemiológico sobre possíveis riscos de cancro nos trabalhadores do sector eléctrico. O estudo canadense-francês foi o primeiro – e o último – a investigar se a exposição a transientes de alta-frequência poderia conduzir ao cancro. O estudo de vários milhões de dólares, publicado na edição de 1 de Novembro de 1994 do American Journal of Epidemiology foi considerado, na altura, um acontecimento marcante. A equipe de pesquisa liderada por Ben Armstrong e Gilles Thériault, da Universidade McGill, descobriu fortes risco de cancro assim como dose-resposta. Membros da comunidade CEM ficaram entusiasmados com os resultados e ficaram a aguardar esforços subsequentes. Mas Plante ligou-se a outros na Hydro-Quebec no sentido de terminarem o projecto McGill forçando Thériault a devolver todos os dados que ele e seus colegas tinham cuidadosamente recolhido (ver MWN, N/D94). Nunca mais permitiram a Thériault chegar perto da informação.
(http://www.microwavenews.com/nc_oct2005.html#partners)



VOCÊ CONFIA NELES?


Em 16 de Junho de 2002 a CBS emitiu um segmento do programa Sixty Minutes que confirmava que a indústria da telecom não pode ser mais suja do que é. Os produtores da CBS acusaram os principais fornecedores de serviço de telefone de cometerem fraude, burlarem, falsificarem assinaturas, mudarem de serviço telefónico sem autorização e de mentir sobre preços. O Procurador Geral de Connecticut afirmou que, apesar de milhões de dólares de multas todos os anos, estas companhias continuavam incorrigíveis. Será que deveríamos confiar nesta indústria quanto aos nossos tecidos cerebrais e quanto às nossas próprias vidas?
http://www.newmediaexplorer.org/sepp/2003/06/07/cell_phones_are_not_innocuous.htm



A OMS   

VOCÊ CONFIA NESTA GENTE?



A OMS E A ENERGIA NUCLEAR
O acordo de 1959 entre a OMS e a IAEA
Por vezes não é a indústria, directamente, que poderá estar a influenciar o desenvolvimento da pesquisa; são organizações relacionadas. Um dos casos mais bem conhecidos desta situação e o acordo entre a OMS e a sua colega, agência da ONU, a International Atomic Energy Agency (IAEA).
    Assinado em 1959, este acordo efectivamente vetou a pesquisa quanto aos efeitos da radiação por parte da OMS. A IAEA foi constituída pela ONU no anos 60 com o objectivo de promover o desenvolvimento da energia nuclear. A OMS tem um cometimento no sentido de atingir a melhor saúde possível para todos os povos. Tendo em conta os conhecidos efeitos na saúde da radiação ionizante, emitida por fontes radioactivas tais como os resíduos nucleares, esta é uma aliança estranha. E isto afectou a reportagem científica de uma forma problemática depois do acidente nuclear de Chernobyl de 1986, quando largas áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia ficaram altamente contaminadas. (Philip 2006, 33)

É importante ter em conta que a IAEA está dedicada a promover a propagação da energia nuclear. Esse empenhamento está logo no princípio da sua constituição.
    Há já meio século que a OMS tem sido subserviente à IAEA em matéria de radiação e saúde. Segundo o acordo OMS/IAEA (WHA12-40) de 28 de Maio de 1949, a IAEA assumiu o poder de veto sobre as actividades da OMS. “Acordos” semelhantes constrangem outras agências da ONU. Uma campanha internacional opõe-se a este conflito de interesses, apelando a que a OMS seja independente do lóbi nuclear: Por exemplo:

        PLAGE (Plattform Gegen Atomgefahren Salzburg)
        the Nuclear Information and Resource Service;
        Pour l'Indépendance de l'OMS ; (http://www.independentwho.info/)
        The Women's International League for Peace and Freedom;
        International Physicians for the Prevention of Nuclear War;
        WISE
http://www.llrc.org/health/subtopic/iaeawhoagreement.htm

Chernobyl
As taxas de cancro na Bielorrússia, por exemplo, foram relatadas na edição de Novembro de 2004 do Swiss Medical Weekly como tendo aumentado em 40 por cento entre 1990 e 2000 – isto é, 6.000 mortes a mais devido a cancro por ano. Este é apenas um achado entre muitos. Contudo, em Setembro de 2005 o Chernobyl Forum, um grupo de oito agências da ONU, incluindo a OMS e a IAEA, emitiu um relatório de 600 páginas, Chernobyl’s Legacy: Health, Environmental and Socio-EconomicImpacts, afirmando que até meados de 2005, menos de 50 mortes tinham sido atribuídas directamente à radiação proveniente do desastre. (Philip 2006, 33)

Os dados dos oficiais ucranianos demonstram que morreram 148.000 pessoas devido às consequências da catástrofe de Chernobyl nos primeiros dez anos após a catástrofe. O Comité Russo de Liquidatários anunciou que 100.000 liquidatários morreram no decurso de quase 20 anos e que as suas mortes estavam relacionadas com o trabalho que tiveram em Chernobyl. De acordo com os dados do Sindicato Ucraniano de Chernobyl, 622.250 pessoas morreram nos cerca de 20 anos desde a catástrofe (a organização tem um contador diário especial no seu website). De acordo com os relatórios do Ministério de Cuidados de Saúde da Bielorrússia, a mortalidade total nas áreas mais contaminadas do país aumentou em 51% comparado com o período antes do acidente de Chernobyl. (http://www.inesap.org/bulletin26/art05.htm)

A OMS E O URÂNIO EMPOBRECIDO
Urânio empobrecido na Jugoslávia
O porta-voz da IAEA, David Kyd, alegou numa entrevista que o mandato da sua agência não lhe permitia investigar o DU (urânio empobrecido), afirmando que este era, de qualquer forma, perfeitamente inofensivo. O Dr. Keith Baverstock do escritório regional europeu da OMS usou as mesmas palavras evasivas quanto a não haver absolutamente perigo nenhum, embora tenha acrescentado que o urânio empobrecido poderia causar problemas numa situação de batalha. Finalmente o antigo primeiro ministro sueco, Carl Bildt, agora emissário especial da ONU para os Balcãs, afirmou abruptamente que o urânio empobrecido era uma “não existente”. (http://mondediplo.com/2001/02/03uranium)

A Organização Mundial da Saúde bloqueou um estudo sobre o urânio empobrecido
Urânio empobrecido mas não obstante radioativo e potencialmente mortífero, foi utilizado em armas genocidas na Bósnia, Afeganistão e Iraque pela coligação de nações “amantes da liberdade” comandadas pelos EUA. Segundo Keith Baverstock, um assessor principal sobre radiação da organização internacional, a OMS impediu a publicação de um relatório científico alertando para os perigos para a saúde da fina poeira de urânio que permanece após a explosão. A história surgiu no Sunday Herald e encontrou eco no site Axis of Logic, mas não na imprensa norte-americana.
    De acordo com o estudo, as pequenas partículos de DU que permanecem após a explosão de granadas e ogivas produzidas a partir do metal pesado provavelmente irão ser dispersas no árido clima do Iraque e podem ser inaladas pela população civil durante anos e anos. Uma vez no interior do corpo, a sua radioatividade e toxicidade podem despoletar o crescimento de tumores malignos.
    O Dr. Repacholi, da Organização Mundial de Saúde, também conhecido como um forte apoiante da inocuidade da radiação de microondas proveniente dos telemóveis, rejeitou alegações sobre um encobrimento como sendo “completamente sem fundamento”.

DU e a mortalidade pelo cancro
A nossa descoberta de um efeito supralinear também está de acordo com achados similares para a mortalidade pelo cancro devido à exposição a radiação de baixa intensidade obtidos por quatro autoridades eminentes: Dr. John Gofman, Dr. Karl Z. Morgan, dr. Thomas Mancuso e Dr. Alice Stewart. Todos estes quatro cientistas trabalharam em várias ocasiões para a U.S. Atomic Energy Commission ou para o Departamento de Energia. Todos os quatro chegaram à conclusão que a relação dose-resposta era supralinear, o que significa que não existe nenhum nível de radiação suficientemente baixo que se possa considerar “seguro”. O governo prescindiu dos serviços de todos os quatro quando cada um deles, independentemente, apresentaram o que o Dr. Gofman chama de “a resposta errada” – isto é, o oposto do que a AEC queria ouvir.
(http://www.ratical.org/radiation/inetSeries/DDoverV.html)


A OMS E AS VACINAS

Controlo populacional
James Miller, correspondente da Human Life International, traz-nos este relatório sobre uma tentativa disfarçada e desumana de controle populacional, desta vez levada a efeito na Tanzânia, Nigéria, Nicarágua, México e nas Filipinas. Chocantemente, esta campanha específica foi criativamente dissimulada como uma campanha “preocupando-se consigo” da OMS de vacinação contra o tétano.
    No princípio dos ano 90 a OMS levou a cabo uma vasta campanha contra o tétano em alguns países. Em Outubro de 1994, Human Life International ficou com suspeitas sobre os protocolos da campanha. Obtiveram vários frascos com a vacina e enviaram-nos para análises químicas. Foi descoberto que alguns dos frascos continham gonadotrofina coriónica humana (hCG), uma hormona de ocorrência natural, essencial para manter a gravidez.
    Quando introduzida no corpo, em conjunto com um portador de toxóide de tétano, formam-se anticorpos não só contra o tétano mas também contra a hCG. Neste caso o corpo não reconhece a hCG como uma amiga e produzirá anticorpos anti-hCG. Os anticorpos irão atacar gravidezes subsequentes destruindo a hCG que mantém a gravidez naturalmente. Quando uma mulher possui um nº suficiente de anticorpos anti-hCG no seu sistema, torna-se incapaz de manter uma gravidez.
    HLI relatou os factos em esboço referentes às vacinas contra o tétano mexicanas às suas afiliadas em mais de 60 países. Em breve relatórios adicionais de vacinas misturadas com hormona hCG foram recebidos das Filipinas, onde mais de 3.4 milhões de mulheres tinham sido recentemente vacinadas. Relatórios similares vieram da Nicarágua, que levara a cabo a sua própria campanha de vacinação em 1993.
    “Os factos conhecidos referentes às campanha da OMS de vacinação contra o tétano na Tanzânia, Nigéria, México e Filipinas. Apenas as mulheres foram vacinadas, e apenas mulheres entre as idades de 15 e 45 anos. Porquê? Não têm os homens pelo menos tantas probabilidades como as jovens mulheres de entrar em contacto com o tétano? E as crianças? Porque foram excluídas?
    A hormona gonadotrofina coriónica humana (hCG) foi encontrada nas vacinas. Durante mais de 20 anos a OMS tem estado envolvida activamente no desenvolvimento de uma vacina anti-fertilidade utilizando hCG ligada ao portador de  toxóide de tétano – exactamente a mesma ligação encontrada nestas vacinas.” (Ransom 2001, 142-143)


A OMS E A NOVA ORDEM MUNDIAL / GOVERNO MUNDIAL

“Para atingirmos o Governo Mundial é necessário remover das mentes humanas o seu individualismo, a sua lealdade às tradições famíliares e a identificação nacional.”
    Brock Chisholm, quando director da OMS, agência da ONU
 (http://www.silentmajority.co.uk/)








Bibliografia


Philips, Alasdair and Jean.  2006.  The Powerwatch Handbook – Simple ways to Make You and Your Family Safer. Piatkus Books Ltd, Londres, R.Unido, 294 pp










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